A visão profética de um Governo Justo

A visão profética de um Governo Justo

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Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3,4)

O salmista Davi, em suas últimas palavras, tem os seus olhos abertos profeticamente e visualiza na direção dos governos da terra um Justo que governará com Justiça sobre os homens. É correto afirmarmos que ele estava visualizando o governo do Messias e do Justo, Jesus de Nazaré, que reinaria pelos princípios do Reino de Deus na Terra e moldaria nos homens, pela Sua palavra e pelo Seu Espírito, o caráter do Reino.

No texto acima, vemos dois aspectos importantes como consequência da implantação desse Reino.

  1. Será como sol, como a manhã resplandecente

Isso significa um governo de céus abertos, cujos ares espirituais fluem os propósitos divinos para a Terra. São céus limpos sobre a cabeça do povo, trazendo o fluir da vida de Deus livremente. Quem não gostaria de uma liderança assim para sua vida, família, cidade e nação? Acredito que todos queremos, e se trata de um apelo coletivo: um justo no governo.

  1. A produção do fruto da terra

Um segundo significado aponta para a resposta da terra por conta da bênção de Deus quando um justo governa. A terra produz o seu fruto com qualidade por conta do Céu ter visitado a Terra.

Trata-se de uma figura utilizada pelo salmista que aponta para o fato de que há um fluir de bênção como decorrência de um sistema de governo sonhado, idealizado pelo próprio Deus. Quando tivermos um justo, um aliançado com Deus no domínio de uma cidade ou de uma nação, haverá uma movimentação favorável da natureza por essa terra e esse governante.

  1. O desafio de fazermos dessa visão uma realidade pessoal em nossos dias

A aliança é a maneira que Deus escolheu para Se relacionar com a humanidade. Os aliançados com Deus são herdeiros das Suas promessas. Daí o desafio de fazermos com que nossa casa esteja assim: Debaixo de um governo, de uma liderança justa.

Temos, então, o desafio de trabalharmos o nosso caráter. Promovermos um alinhamento mental, ideológico e espiritual na direção do sonho divino de um justo no governo. As consequências são as melhores possíveis, descritas na visão profética do salmista e que chegará até nós se fizermos disso uma realidade em nossa nação.

O que fazermos? A resposta, encontraremos nos atos de Deus. Assim como Deus Pai trouxe Jesus pela união da Palavra mais a ação do Espírito Santo em uma vida disponível, esse mesmo ato divino virá sobre nós. “(…) Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (…) Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.” (Lucas 1:28-38)

Assim como Maria concebeu a vontade divina e gerou o favor de Deus para os homens, assim também devemos conceber o sonho divino de vermos um Justo que governe com justiça sobre os homens e no temor do Senhor. Dessa forma, certamente teremos um Brasil melhor.

Desabrigados pela enchente

Preocupado com as inúmeras famílias desabrigadas em razão da cheia dos rios do Amazonas, o vereador e apóstolo Marcel Alexandre está empenhado em angariar donativos para serem remetidos aos atingidos pela enchente. Para isso, o parlamentar solicita a todos os leitores, amigos e parentes do projeto do Governo do Justo para seunirem a causa contribuindo com alimentos, agasalhos e água mineral. Quem desejar contribuir com essa ação deve procurar a pastora Neide, no prédio da Embaixada de Jerusalém, anexo ao templo do MIR/Ponta Negra

Desde já agradecemose que o Senhor lhes multiplique e lhe dê a Paz.

COMENDO A FAMÍLIA PELAS BEIRAS: A NOVA LEI DA PALMADA

Por: Arão Amazonas,Ph.D ( Doutor em Aconselhamento pela FCU/USA).

Mais uma vez, o Estado brasileiro tenta fazer intervenções na família, objetivando algemar nossa liberdade dentro de nossos próprios lares. O artigo que foi aprovado pela Câmara e será encaminhado ao Senado proíbe os pais de fazerem uso da palmada em seus filhos.

Reconheço que é necessário que o Brasil se posicione quando falamos de violência infantil e abuso de autoridade por adultos quando o assunto é criança. Em média, 18 mil crianças são vítimas de violência doméstica por dia no país. Isso representa 12% das 55,5 milhões de crianças menores de 14 anos (Fonte: O Globo). Esta é uma realidade, sim, todavia há tantos outros destroços sociais que se fossem feitas intervenções à violência doméstica, teria uma baixa escala. Somos cabalmente contra o uso da violência em qualquer nível, desde crianças a qualquer faixa etária. O que está em questão é o fato de o Estado achar-se no direito de intervir na maneira como cada pai e mãe neste País devem fazer quando o assunto é disciplina de filhos.

Dentro dos padrões bíblicos, a disciplina é vista como algo salutar e necessário e que deve ser utilizada como instrumento auxiliar na formação dos pequeninos, através de sabedoria e moderação e não apenas como instrumento de punição. Tudo isto debaixo de sensatez, amor firme e propósitos nobres. O uso da varinha promove correção da índole, desenvolve na criança a percepção de seus limites, ajuda na formação de caráter e livra a alma da criança do inferno; é o que diz o livro da sabedoria bíblica. Veja bem, nosso país é interessante; temos e criamos as leis mais modernas do mundo, mas o Estado não faz as devidas observações das mesmas.

O Estatuto da Criança e do Adolescente está aí e é um poderoso instrumento de proteção a milhões de nossos pequeninos. Todavia, a mesma lei beneficia o menor infrator, uma vez que o aparelhamento do Estado é ineficiente e não consegue dar respostas sociais adequadas para a desestrutura social existente. Ou seja, centenas de menores infratores estão incorrigíveis, aprontando aos montes, sem que algo seja feito.

Não adianta querer criar uma lei bonita que aparentemente é saudável e desfalcarmos outras partes da sociedade desprotegendo pais e os cidadãos comuns. Não basta criar a lei contra a palmada, junto a ela é necessário a intervenção com campanhas de conscientização, enfrentamento da pobreza, combate às drogas e intervenções psicossociais nos lares dos milhões de famílias da nação Brasileira.

O Estado quer que apenas criemos nossos filhos e não os formemos. Criar filhos é fácil, basta botar comida na mesa, pagar por uma boa educação ou nem pagar, dar roupas, presentes e agrados. Podemos fazer isto com cachorros, gatos e cavalos. Mas educar filhos requer tempo e atenção, exige disciplina e demanda a imposição de regras claras e firmes que devem ser observadas.

Quem consegue educar filhos sem dar limites? Há crianças fáceis de serem conduzidas, e as que não são? E as que são rebeldes por natureza e não se submetem a nada e a ninguém? A varinha ou a palmada dá limites, estabelece parâmetros de atuação até onde a criança deve ir, traz correção e respeito, ingredientes necessário na formação de um ser humano. Sei que este assunto é polêmico e parece controverso, mas a maioria da população que tem filhos dentro de casa tem votado contra esta ideia absurda que permite que nossos filhos andem sem qualquer correção dentro de nossas casas.

Votamos contra esta lei por princípios bíblicos e por posturas pedagógicas mais tradicionais que acreditam que formar filhos requer limites e atitudes moderadas e sadias. A palmada sempre fez parte da formação de filhos e, certamente, nunca foi ela que desvirtuou os delinquentes que hoje aí existem; a falta dela, certamente sim.
O Estatuto da Criança e do Adolescente existe há anos, por que não houve avanços neste campo? Por que a violência continua sempre crescente? A resposta é fácil: não há observância da lei e, quando há, é sempre para atender determinados interesses ou cumprir protocolos sem que haja um acompanhamento psicossocial das famílias envolvidas.

Não adianta criar uma lei única que impeça que os pais façam uso de disciplina que achem correta em função de pais desequilibrados que fazem uso de seus transtornos e violência para punir menores indefesos.

Se fizermos o bom uso da lei vigente, dando os devidos cuidados, suporte e apoio às famílias mais disfuncionais, com certeza os índices de violência cairão sem que o restante da sociedade seja impedida de exercer sua cidadania no quesito formação de filhos como bem entende e acha o que é melhor para eles, segundo seus princípios, credo religioso e valores pessoais. Isto também é cidadania!

MINISTÉRIO APOSTÓLICO

Em mais um momento de celebração a Deus, os discípulos do MIR deram verdadeiro show na apresentação do Fruto Fiel do último final de semana, cuja graça reinou naqueles que são verdadeiros adoradores e fiéis ao Senhor. 

E diante do chamado apostólico, o Apóstolo Marcel Alexandre, para dar continuidade ao projeto divino, derramou do conhecimento da Palavra de Deus na supervisão do M12 em Salvador – BA, e, também, no Congresso na região Sul e Sudeste da Bahia que ocorreram na última semana.