Consolidando através da Revisão no Discipulado Integral

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém.” (Mateus 28:19,20)

O discipulado integral nos coloca inteiros na Visão e na missão da Visão.

O que significa a palavra Discipulado? Aluno, aprendiz, aquele que segue um princípio, uma doutrina. A palavra mais forte para discipulado é aprendizado.

Jesus disse que era dado a Ele todo poder no céu e na terra. Ele tinha toda a unção, toda a capacidade, por isso podia mandar os discípulos fazerem discípulos em todas as nações, ensinando-os a guardarem todas as coisas que Ele ensinava, pois estaria com eles até a consumação dos séculos. Isso significa que Aquele que deu a missão garante o trabalho do discipulado. Em Efésios 4:20,21 lemos: “Mas vós não aprendestes assim a Cristo, se é que o tendes ouvido, e nele fostes ensinados, como está a verdade em Jesus.” ‘Aprendestes’, no texto, significa que eram discípulos e que precisavam viver plenamente Cristo.

O discipulado cristão significa ter a vida de Cristo e ser capaz de
treinar outros. Somos estimulados, no discipulado, a sofrer como bom soldado de Cristo (II Timóteo 2:3).

Sofrer no discipulado, em primeiro plano, não tem a ver com as atitudes dos discípulos em relação ao líder, mas às nossas tendências, inclinações, preferências, o que somos em nós mesmos, o que queremos ser e onde queremos chegar.

O grande desafio da Consolidação é o quanto Deus tem de nós. O quanto teremos de Deus é proporcional ao quanto Ele tem de mim. Todo avivalista é próspero porque ele tem o tudo de Deus por dar o tudo dele para o Senhor.

Se eu sou discípulo, eu tenho uma disciplina e preciso dar exemplo da vida de Deus e não apenas dar estudo; ser modelo e não apenas informar ou formar o intelecto.

Discipulado é o desafio de modelar; é mais que mentorear. Nosso Modelo é Cristo. E nosso primeiro desafio nesta noite é entender sobre ser discípulo e se integrar no discipulado.

O discipulado integral fala de estar com tudo integrado. E descobrimos que há uma falha muito grande da nossa parte. Então, como entender algumas situações? Temos que nos esforçar para ter disciplina que vai acima dos valores humanos. O que, de fato, vai decidir minha luta é o meu Modelo que me faz estar no discipulado, Jesus.

O Salmo 23, um texto extraordinário, assim como os outros, tem uma visão e uma missão profética. Antes de Cristo, o Salmo 23 fala do Pastor que traz refrigério, dá segurança e apresenta outros elementos mais. Temos essa palavra profética de que o nosso Pastor nos dará toda sorte de suprimentos. “O Senhor é o meu Pastor; nada me faltará.”

Em João 10, Jesus Se apresenta como o Bom Pastor. O que era profecia se materializa em Jesus Cristo de Nazaré. O principal ponto do discipulado é saber que Jesus é o meu Pastor.

A garantia do discipulado de que seremos indestrutíveis é se formos  Igreja de Cristo. Por isso, o ato da ceia é uma aliança de que o Corpo de Cristo está em nós e nós nEle. Jesus Se faz homem e o homem se torna Cristo.

O que está faltando para nós é mergulhar em Cristo, viver Cristo. Encontramos alimento pessoal para o discipulado do lado que Jesus nos colocou.

Só é possível caminhar no discipulado, caminhar juntos, quando temos amor. Se no Salmo 23 o Pastor é tudo, não podemos ficar sem o caráter do Pastor.

Implantar no discípulo o caráter de Cristo é o nosso desafio maior no discipulado. “… Cristo em vós, esperança da glória.” (Colossenses 1:27). Assim, integralizamos o discipulado. Discipulado integral não é possível se não absorvemos Cristo e o Seu Evangelho.

Korban da Honra na Política

“Quando algum de vós trouxer um Korban… (traduzido por ‘oferta ao Senhor’)”. (Levítico 1:2) (comentário do autor)
           
“E ele, respondendo, disse-lhes: Bem profetizou Isaías acerca de vós, hipócritas, como está escrito: Este povo honra-me com os lábios, Mas o seu coração está longe de mim; em vão, porém, me honram, Ensinando doutrinas que são mandamentos de homens. Porque, deixando o mandamento de Deus, retendes a tradição dos homens; como o lavar dos jarros e dos copos; e fazeis muitas outras coisas semelhantes a estas. E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição. Porque Moisés disse: Honra a teu pai e a tua mãe; e quem maldisser, ou o pai ou a mãe, certamente morrerá. Vós, porém, dizeis: Se um homem disser ao pai ou à mãe: Aquilo que poderias aproveitar de mim é Corbã, isto é, oferta ao Senhor; nada mais lhe deixais fazer por seu pai ou por sua mãe, invalidando assim a palavra de Deus pela vossa tradição, que vós ordenastes. E muitas coisas fazeis semelhantes a estas. E, chamando outra vez a multidão, disse-lhes: Ouvi-me vós, todos, e compreendei”. (Marcos 7:6-14)
A raiz da palavra Korban é a mesma que a da palavra ‘proximidade’, e é utilizada exclusivamente referindo-se ao relacionamento entre o homem e Deus. Quando uma pessoa trazia um Korban, ela estava querendo aproximar-se de Deus. Estar próximo ao Único Deus é o único ‘bem’ que existe na verdade. Todos os outros ‘bens’ da vida são simples imitações, e, na minha opinião, são nada, comparados ao verdadeiro ‘bem’ que é estar próximo a Deus. Aleluia!
Posso afirmar categoricamente que proximidade e distância não são necessariamente medidas em metros, quilômetros ou milhas, já que, às vezes, podemos estar próximos, mesmo quando estamos em lados opostos. Assim também, às vezes, podemos estar distantes apesar de estarmos sentadas um ao lado do outro em um determinado lugar ou na mesma situação. A proximidade aqui está no âmbito espiritual, na parte interna das nossas vidas. Lamentavelmente, não temos uma palavra na língua portuguesa que expresse precisamente, no pensamento judaico, o significado dos Korbanoth, que eram trazidos para o Beit Hamikdash (Templo). Temos vários significados para Korban que diferem dos pensamentos judaicos que têm sentidos mais próximos ao paganismo que à religião judaica, que é a fonte que forma a cultura e o pensamento judaico-cristão:
1. A palavra ‘sacrifício’ significa que eu estou dando algo que para mim é de valor, para que outra pessoa tenha benefício do mesmo. Obviamente, Deus não pode beneficiar-Se de nossos sacrifícios já que para Ele, nada falta. Na verdade, o que se ganha com o ‘sacrifício’, possui um valor infinitamente superior ao ‘sacrifício’ propriamente dito.
2. A palavra ‘oferenda’ também não é apropriada. A ideia é que a ‘oferenda’ agrade aquele para o qual a mesma está sendo trazida. É como estar comprando alguém, um tipo de suborno. A razão de termos dificuldade em traduzir com precisão a palavra Korban é porque nossas ideias de ‘sacrifícios’ e ‘oferendas’ derivam-se de culturas pagãs. Para estas culturas, as palavras ‘sacrifícios’ e ‘oferendas’ eram totalmente adequadas. A raiz da palavra Korban é a mesma que a da palavra ‘proximidade’, e é utilizada exclusivamente referindo-se ao relacionamento entre o homem e Deus. Quando uma pessoa trazia um Korban, ela estava querendo aproximar-se de Deus.
O mesmo desafio de sentidos legítimos para Korban encontramos para a política que, na minha visão, é o exercício do sacerdócio da vida pública. O que vem a ser um político de verdade, senão o dar a vida em favor de uma causa nobre que é a vida do povo que Deus criou para o louvor da Sua glória?
Observe que de acordo com a Bíblia, a Política em si é boa, porque foi instituída por Deus. O problema é que nem sempre a Política é devidamente utilizada. Falta Korban, aproximação com Deus, compromisso, dedicação a Ele e à causa determinada por Ele. Isso acontece porque nem todos estão aptos para entender o propósito da Política.
Qual a finalidade da Política? Acredito que os teólogos da Assembleia de Westminster, Inglaterra (1643-1648), definiram biblicamente o propósito ao dizerem: “Deus, Senhor Supremo, Rei de todo mundo, para a Sua glória e para bem público constituiu sobre o povo magistrados civis que lhes são sujeitos, e a este fim, os armou com o poder da espada para defesa e incentivo dos bons e castigo dos malfeitores”. É APENAS UM CONCEITO TEOLÓGICO. Conceito este que é um entendimento de estudiosos da Bíblia (teólogos), acerca de um conceito geral de Política à luz da própria Bíblia. Veja nessa declaração que a finalidade da Política é dupla. Deus constituiu Política para:
1) a Sua própria glória, e

2) o bem público.
Como já citei, estar próximo a Deus é o único ‘bem’ que existe na verdade. Todos os outros ‘bens’ da vida são simples imitações, comparados com o verdadeiro ‘bem’ que é estar próximo ao Senhor. Nos domínios celestes, os problemas da vida são solucionados. A felicidade é como um barômetro que oscila de acordo com a proximidade da pessoa a Deus. Para aqueles que buscam se purificarem internamente, até mesmo o sofrimento pode ser apreciado como felicidade quando se está próximo a Deus. Em nossos dias, quando não possuímos mais a proximidade a Deus, principalmente na Política, que os Korbanoth nos possibilitavam, temos ainda um substituto, O Korban Jesus, o Sacrifício dos sacrifícios, a Oferenda das oferendas e a Aproximação máxima e certeira. Ousemos, em nome dEle, pela oração, pois quando oramos de todo coração, em nome de Jesus e quando nos oferecemos a Deus (Romanos 12:1-3), aproximamos não somente nós mesmos, mas também tudo o que somos e temos nesta vida.

Refletindo sobre Plano Diretor

O Plano Diretor é uma lei municipal que estabelece diretrizes para a ocupação da cidade. Ele deve identificar e analisar as características físicas, as atividades predominantes e as vocações da cidade, os problemas e as potencialidades. É um conjunto de regras básicas que determinam o que pode e o que não pode ser feito em cada parte de cidade. É processo de discussão pública que analisa e avalia a cidade que temos para depois podermos formular a cidade que queremos. Assim, a prefeitura em conjunto c a sociedade, busca direcionar a forma de crescimento, conforme uma visão de cidade coletivamente construída tendo como princípios uma melhor qualidade de vida e a preservação dos recursos naturais.

O Plano Diretor deve, portanto, ser discutido, aprovado pelos Vereadores e sancionado pelo prefeito. O resultado,formalizado como Lei Municipal Passando a existir como sendo a expressão do pacto firmado entre a sociedade e os poderes Executivo e Legislativo.
 
O plano diretor tem como objetivo principal, fazer com que a propriedade urbana cumpra sua função social, que é o atendimento do interesse coletivo em detrimento do interesse individual ou de grupos da sociedade. Como exemplo à necessidade de prever uma destinação adequada aos terrenos urbanos especialmente aqueles subutilizados e localizados em áreas dotadas de infra-estrutura.

O plano deve definir também as áreas q podem ser adensadas, com edifícios de maior altura, as áreas que devem permanecer com média ou baixa densidade. Vale ressaltar que: Um plano diretor mostra a cidade como ela é atualmente e como ela deveria ser no futuro. Uma visão de futuro é fundamental.

Um plano diretor mostra como o terreno da cidade deve ser utilizado e se sua infra-estrutura pública como educação (escolas e bibliotecas) como, vias públicas (ruas e vias expressas), policiamento e de cobertura contra incêndio, bem como saneamento de água e esgoto, e transporte público, deve ser expandida, melhorada ou criada tendo como objetivo, propiciar aos habitantes a melhor qualidade de vida possível.

Afirmo que: O trabalho de planejamento envolve especialmente o contato com o processo de produção, estruturação e apropriação do espaço urbano, e não apenas sua configuração a posteriori, os planejadores são atores de um perpétuo conflito de natureza eminentemente política, e por este motivo, seu trabalho não deve ser considerado como neutro. Também precisam prever o futuro e os impactos, positivos e negativos, causados por um plano urbano, que muitas vezes favorecem ou contrariam os interesses dos grupos sociais para os quais trabalham.

2011 Ano do novo plano diretor de Manaus.

Coragem e retidão senhores responsáveis do poder executivo e legislativo. Manaus não merece sofrer!

“ …e o enchi do espírito de Deus, no tocante à sabedoria, ao entendimento, à ciência e a todo ofício,” Êxodo 31,3. (ARA)

Refletindo sobre o propósito da política segundo a Bíblia

Observe que de acordo com a Bíblia, a política em si é boa porque foi instituída por Deus. O problema é que nem sempre a política é devidamente utilizada. Isso acontece porque nem todos estão aptos para entender o propósito da política. Qual a finalidade da política? Acredito que os teólogos da assembléia de Westminster, Inglaterra (1643-1648), definiram biblicamente o propósito disseram: “Deus, Senhor Supremo, Rei de todo mundo, para a sua glória e para bem público constituiu sobre o povo magistrados civis que lhes são sujeitos, e a este fim, os armou com o poder da espada para defesa e incentivo dos bons e castigo dos malfeitores”. É APENAS UM CONCEITO TEOLÓGICO. Conceito este que é um entendimento de estudioso da bíblia (teólogos) acerca de um conceito geral de política a luz da própria bíblia. Veja nessa declaração que a finalidade da política é dupla: Deus constituiu política para:

1) a Sua própria glória, e

2) o bem público.

Será que este duplo propósito da política está sendo cumprido em termos políticos no Brasil? É evidente que não. Vejamos que na declaração de Westminster as autoridades receberam da parte de Deus o poder da espada para a defesa dos bons e castigo dos maus. Logo: A impunidade desonra a Deus. E em termos políticos no Brasil, desvios de propósitos e impunidade são infelizes marcas que nos identificam. Em suma, apesar das coisas por aqui no Brasil, a Bíblia valoriza a política e os políticos. Em primeiro lugar porque faz parte da própria essência administrativa de Deus e em segundo lugar porque são agentes de Deus. E são agentes políticos de Deus, quer estejam conscientes ou não disto; quer acreditem ou não nisso a fim de governarem com seriedade para que Deus seja glorificado e o povo respeitado. E se assim não for Deus, as leis e o povo os julgarão.

Finalizando: Os reis que governaram sob o temor de Deus e em obediência à Sua Palavra foram bem sucedidos.

Um bom abençoado dia para todos.