MANTER A CHAMA DO ALTAR ACESA

11133779_740961252667786_1796204356525990893_nNesta manhã, a nossa equipe recebeu o Apóstolo Idenilson do Ministério Internacional da Restauração para dar uma palavra de destino no Culto da Brecha do Gabinete do Vereador Marcel Alexandre realizado as sextas-feiras.

O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.
O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.

Levítico 6:12-13

1. Oração. Paulo disse “Ore sem cessar”

2. Leitura da Palavra. É um princípio que não pode ser quebrado e tem que ser feito de dia e de noite. Pela manhã assim que acordarmos e a noite antes de dormir. Ler a Bíblia é responsabilidade do Cristão. Por que renova a sua mente e assim protege sua mente de ser moldada pelos costumes do mundo” Com Cristãos temos que manter a chama acesa onde estivermos. A mente do sacerdote está ligada a mente de Deus por meio da oração e da leitura da sua palavra. Quem mantém a chama acesa sempre está em paz. Por que a paz é a plenitude da presença de Deus.

Shabath Shalom a todos.

Por: Assessoria de Comunicação .

12 Passos para viver o Ano do Milagre

“Provérbios de Salomão, filho de Davi, o rei de Israel. Para aprender a sabedoria e o ensino; para entender as palavras de inteligência; para obter o ensino do bom proceder, a justiça, o juízo e a equidade; para aos simples prudência e aos jovens, conhecimento e bom siso. Ouça o sábio e cresça em prudência; e o instruído adquira habilidade”  Provérbios 1:1-5
O Livro de Provérbios encerra riqueza tal que o texto de Provérbios 1:1-5 sugere uma espécie de uso educacional formal. E quanto mais você o lê, mais se assombra por sua profundidade e atualidade.

Cada um dos 12 passos para viver o Ano do Milagre consta do Livro de Provérbios. O que você fizer no começo deste ano determinará como ele será. Devemos, então, nos projetar para que 2012, o Ano Apostólico, seja melhor ano de nossas vidas e decretar que será o Ano do nosso Milagre.

1. Seja santo (Provérbios 1:10)

Há uma contínua pressão do mundo sobre o homem, a mulher, o jovem e até crianças para que deixem o Caminho Santo. Nos lugares que você frequenta, nas universidades, o pecado “ora está nas ruas, ora, nas praças, espreitando por todos os cantos” (Pv 7:12).

2. Peça a Deus sabedoria, inteligência e conhecimento (Provérbios 2:3-5)

A sabedoria provém de Deus. A Palavra diz que se não a tivermos, é porque não a pedimos, mas, se pedirmos, generosamente será dada (Tiago 1:5-7). Peça ao Senhor que lhe dê ideias novas e criativas, e a graça para poder executá-las.

3. Dedique-se a depender totalmente de Deus (Provérbios 3:5)

A vida de fé só oferece um caminho, o caminho estreito, porém a vida da lógica é como o caminho largo (Mateus 7:13-14). Para obter o seu milagre, você terá que crescer em fé.

4. Seja generoso com Deus (Provérbios 3:9-10)

Quando for à Casa de Deus, leve sua melhor oferta, a que brote do seu coração. Damos ofertas e primícias (Lv 23:10; Nm 18:12-13; Ez 44:30) de acordo com nossa medida de fé. Honre ao Senhor e Ele lhe devolverá boa medida, recalcada, sacudida e transbordante.

5. Proteja a sua mente (Provérbios 4:23)

Não permita nenhum pensamento que não seja proveniente de Deus. Sua mente é consagrada. O inimigo sempre tentará conquistá-la, pois sabe que se conseguir, conquistará o resto de seu ser.

6. Proteja seu casamento (Provérbios 5:18-19)

Essa metáfora do relacionamento entre marido e mulher sugere pureza, romantismo e ternura. Proteja seu casamento todos os dias da impureza sexual, de atitudes e palavras grosseiras que possam causar destruição no seu lar.

7. Cuide de suas palavras (Provérbios 6:2)

Há um milagre na nossa boca, por isso retenhamos firme a confissão da nossa esperança, pois quem fez a promessa é Fiel. Confesse o seu milagre todos os dias de 2012.

8. Inculque a Palavra de Deus em você (Provérbios 7:2-3)

Grave a Palavra de Deus na tábua do seu coração. Memorize os dizeres de Deus, um versículo por dia, proclame-os com fé nos seus lábios. Deixe a Palavra transbordar no seu coração.

9. Capacite-se na Palavra de Deus (Provérbios 8:10,11)

O conhecimento da Palavra de Deus é mais valioso do que ouro e pedras preciosas – símbolos de riqueza. A Palavra de Deus harmonizará todas as áreas de sua vida com sabedoria.

10. Despreze tudo o que não edifica (Provérbios 9:6)

O texto sugere a escolha deliberada entre dois caminhos: o da sabedoria ou o da insensatez; o da retidão ou o da iniquidade. Elimine diariamente de sua vida tudo o que é inútil e o que é vão.

11. Seja um reprodutor de vida (Provérbios 10:16)

A Palavra de Deus diz que o que ganha almas é sábio (Pv 11:30). Como obreiro na seara do Senhor, seja um reprodutor da vida de Jesus, seja pelo seu testemunho, seja pela evangelização.

12. Desfrute a bênção de Deus (Provérbios 10:22)

A bênção nas finanças é, então, apresentada por Salomão como um resultado da sabedoria. Ela não é um alvo, mas é apresentada como recompensa porque os “os tesouros da impiedade de nada aproveitam” (Pv 10:2). Que à medida que você adquirir sabedoria, o Senhor faça um milagre nas suas finanças.

Em defesa da Família

Marcel Alexandre da Silva é vereador do município de Manaus, eleito para o quadriênio 2008-2012. Em 2010, foi candidato a Deputado Federal, obtendo quase 50 mil votos. Nesse mesmo ano foi eleito 1° vice-presidente da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Manaus. Tem exercido liderança entre vereadores evangélicos na CMM. Também é Apóstolo do Ministério Internacional da Restauração. Casado com a Apóstola Joice Alexandre da Silva, juntos desenvolvem um amplo trabalho na comunidade cristã, há mais de 20 anos.

No dia 4 de maio de 2011, ocorreu algo que marcou a história da sociedade brasileira: o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu, por unanimidade, a união estável entre casais do mesmo sexo como entidade familiar. Na prática, as regras que valem para relações estáveis entre homens e mulheres serão aplicadas a casais homossexuais. Houve manifestações favoráveis e contrárias à decisão do STF. O Vereador Marcel Alexandre foi à tribuna da CMM e afirmou: “O reconhecimento dessa família ilegítima criará uma ditadura gay no Brasil. Em respeito à família natural que Deus criou, eu protesto contra esta decisão, contra este abalo da moral e essa inconseqüente decisão”.

Seu posicionamento contrário à união homoafetiva é exposto a seguir, com argumentos importantes do ponto de vista legal, moral e social.

1. Na posição de Parlamentar, devo dedicar especial atenção às leis:

O art. 226 da Constituição Federal, (de 1988), a Carta Magna da nação brasileira, afirma: “A família, base da sociedade, tem especial proteção do Estado. § 3º – Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”.
 

A referida decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) violentou o texto da Carta Magna da nossa nação, pois esta define casamento como a união entre um homem e uma mulher (art. 226, §3º, 4º e 5º). Não compete ao STF modificar algo que está estabelecido na Constituição. Se a Constituição precisar ser modificada, não compete a um grupo de onze juízes do STF fazê-lo; mudanças em nosso documento maior têm que ser discutidas com a sociedade e percorrer os trâmites legais já definidos: passarem por discussões primeiramente na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Ao Supremo Tribunal Federal compete, precipuamente, a guarda da Constituição, (conforme definido no art. 102 da própria Constituição Federal) não rasgá-la. O texto constitucional acima grifado está suficientemente claro do ponto de vista da Língua Portuguesa. Nele consta homem e mulher como entidade familiar. O Judiciário brasileiro violou o princípio de “Balanços e Contra-pesos” que prevê a equivalência e a harmonia entre os Poderes num estado democrático de direito. Foi inaugurado, então, um novo tempo em que um grupo de juízes poderá fazer as alterações que eles quiserem, como se fossem mais poderosos que a vontade de toda a nação. Ora, as decisões de um grupo de juízes valem mais que a Constituição? O que aconteceu é um enorme perigo, pois praticamente inaugurou um governo de juízes no Brasil – o que enfraquece todas as instituições brasileiras, inclusive, o próprio Governo. Permitindo isto, estamos correndo o perigo de viver um Estado Jurídico de exceção, ao qual a nação brasileira não deseja retroceder. Desde quando compete ao Judiciário legislar?

2. Na posição de sacerdote da Igreja, devo considerar o que Deus pensa sobre o assunto:

 
O que está acontecendo está em franca discordância com a Palavra de Deus. Na Bíblia Sagrada, o relato da criação no livro de Gênesis, capítulo 1, versículo 27, diz: “… à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Portanto, como sacerdote, comissionado por Deus para proteger a família como a primeira instituição criada por Ele na Terra, não poderia jamais concordar com tal aberração. Se Deus existe, Ele precisa ser considerado. Se somos criaturas de Deus, Ele tem algo a dizer sobre as nossas vidas.  A questão é que a sociedade está se secularizando, ou seja, se afastando cada vez mais daquilo que é bíblico, daquilo que é considerado sagrado. A relação homoafetiva está na contramão do que Deus planejou para as pessoas e para a família. A coisa é tão séria que o texto sagrado chama de “abominação”.
As Escrituras Sagradas citam no livro de Levítico, capítulo 18, e versículo 22: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação”. Segundo a Bíblia, a união homoafetiva não é uma relação de amor, mas uma paixão infame (ver Romanos 1:24 a 28). Se a Palavra de Deus é verdadeira, infalível e inerrante, qualquer lei humana que atente contra ela é uma conspiração contra Deus e contra a raça humana. Aqueles que creem na Bíblia sabem que Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gênesis 2:24). Então, o que está por trás dessas novidades é o posicionamento de um grupo que, por não crer, quer legalizar aquilo que Deus considera ilegítimo. Cremos que Deus criou o ser humano, macho e fêmea, com direitos iguais e diferenças sexuais, para que se completem e cooperem com Ele na criação e na formação da humanidade.

3. Na posição de cidadão, devo lutar pelo direito à liberdade na sociedade, e pelo direito de TODOS os cidadãos, inclusive o das crianças:
 

Os cidadãos brasileiros que conseguem fazer uma leitura aprofundada do que está acontecendo, sentem-se ameaçados e desprotegidos diante da decisão e da ação do STF – daqueles que poderiam ou deveriam manifestar-se em defesa da família, entendida pela Constituição, como a base da sociedade. O desenvolvimento e o bem-estar da raça humana dependem de famílias com pais e mães, não depende de bancos de sêmem ou de pessoas usadas apenas para a procriação de crianças. Toda criança tem direito de ter pai e mãe, e de viver numa família completa e harmoniosa. Toda criança tem o direito de curtir o amor de uma mãe e o amor de um pai – ambos imprescindíveis para o equilíbrio emocional, como nos mostra a ciência. Qual criança, se pudesse escolher, escolheria ser criada apenas por dois pais ou por duas mães? Infelizmente nossa sociedade está fazendo uma opção contra-Deus.
Como se não bastasse, ainda querem que aprovemos o PL 122, que vem a ser uma Lei que fere, inclusive, as conquistas adquiridas na DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS, que afirma em seu artigo XIX: “Toda pessoa tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. É óbvio que ninguém tem o direito de coibir a escolha sexual de quem quer que seja – Deus deu ao homem livre arbítrio. Entretanto, uma Lei jamais pode impedir que qualquer cidadão considere impróprio ou imoral o comportamento homossexual. Aprendemos na Bíblia a amar as pessoas, independentemente de suas escolhas, mas não precisamos concordar com elas.
Os cristãos não são homofóbicos, como dizem. Muito pelo contrário; caracterizamo-nos por amar e respeitar as pessoas. Mas, vamos levantar nossa voz para dizer que o que querem que aceitemos é uma agressão aos lares dos cidadãos brasileiros.  Se alguém quer andar na contramão da Palavra de Deus, tem todo este direito, mas jamais vamos aceitar uma lei que privilegia uma minoria, em detrimento do direito de todos. Reconhecemos o direito dos homossexuais de serem tratados com respeito, mas, acima de tudo, está o livre arbítrio dado por Deus e que é uma das bases de uma sociedade livre: não vamos concordar em perder a liberdade fundamental de formar juízos e de exprimir opiniões, favoráveis ou desfavoráveis, nas questões de orientação sexual e em qualquer questão. Defendemos esta liberdade para nós, e também para os homossexuais ou para qualquer pessoa: todos somos livres e o que está acontecendo é uma agressão à liberdade.

 

Enfim, na junção desses três perfis que compõem minhas responsabilidades e atribuições, é que desenvolvo a fundamentação para o meu posicionamento. Meu objetivo não é o de menosprezar as minorias de nossa sociedade, mas de atuar com justiça e discernimento em prol daquilo que é interesse da sociedade, certamente, da maioria que não está sendo ouvida. Defino justiça como a ponderação de ideias e de consequências que uma única decisão pode provocar ou deixar de provocar. Dito isto, o mais cabível neste momento seria prezar pelo direito democrático da soberania da sociedade propondo a realização de um plebiscito. Ou seja, uma consulta popular para saber o que o povo brasileiro pensa acerca desse assunto tão polêmico. O povo não é bobo e está entendendo o que está acontecendo. Diremos NÃO a toda atitude anticonstitucional!
Matéria publicada na revista do 14º Congresso Internacional da Visão Celular no Modelo dos 12 do Ministério INternacional da Restauração (MIR)

As Máscaras, o discurso político e Governo do Justo

Por: Marcel Alexandre
A máscara não é necessariamente o que esconde a realidade. Ela é também o que define o ser em sua perenidade, em sua imutável essência. A mascarata é símbolo de identificação, a ponto de nela se confundirem o ser e o parecer, a pessoa e a personagem tal como um teatro. Assim, cada um é para o outro apenas uma imagem. Não uma falsa ou enganosa aparência, mas o próprio ser em sua verdade da troca. A máscara é o que constitui nossa identidade em relação ao outro. Em outros termos, no que é dito, há sempre o que é dito e o que não o é.

Infelizmente um discurso político é, por excelência, o lugar de um jogo de máscaras. Ele jamais pode ser tomado ao pé da letra! Toda palavra pronunciada no campo político deve ser tomada ao mesmo tempo pelo que ela diz e não diz isto fala de degenerescência. Para mim há uma degenerescência do discurso política e necessidade de uma nova ética do conceito política. Penso então: GOVERNO DO JUSTO!