Otimismo na Política e a Luz do Evangelho

Otimismo na Política e a Luz do Evangelho

 Quero, neste artigo, levar meus leitores a refletirem sobre a Política na ótica de uma sociedade verdeiramente cristã, com base no Evangelho, e a influência de pessoas que vivem uma vida comprometida com a Palavra de Deus, sem ignorar o desafio de influenciar nossa sociedade que se diz cristã, mas que vive realidades sociopolíticas diametralmente opostas aos princípios do genuíno cristianismo de Cristo e do seu Evangelho.

Não é nada difícil olharmos para a prática política em nossos dias e verificarmos que estamos passando por uma reforma política, e esta reforma está acontecendo desde os elementos mais comuns rotineiros, básicos, para finalmente chegarmos ao ideal de política na nação. 

Confesso que, apesar das adversidades, e, por que não dizer, alguns desastres manifestados no mau-caratismo de umas dúzias de maus políticos no cenário político brasileiro, eu estou otimista com o que está acontecendo no lado bom desse importante instrumento de condução da sociedade chamado política. Por isso, quero apresentar aqui elementos que o influenciem para que você fique otimista comigo.

Em primeiro lugar, o meu otimismo deve-se ao posicionamento da liderança evangélica na direção de uma ação política comprometida com os propósitos de uma sociedade casada com os princípios do Reino de Deus. Têm chegado ao meu conhecimento novos fatos animadores de muitos tantos outros arraias evangélicos espalhados por esse ‘Brasilzão’, terra de meu Deus. Os fatos dizem respeito a ações de pessoas bem organizadas, bem propositadas, de caráter inclusivo, participativo e aglutinador do pensamento e de ações coerentes, realizadoras instrumentalizando pessoas adequadas para ações representativas na direção de um novo Brasil na política.

Gostaria de garantir aos leitores que grande parte das pessoas envolvidas nesta ação reformadora da política brasileira é do meu ciclo de amizade pessoal e outros que, não sendo desse ciclo de amizade, tenho conhecimento que são referências em seu estilo de vida pessoal e liderança cristã, e, por isso, posso citar com bastante propriedade.

Em segundo lugar, estou otimista quanto ao número de novos adeptos declarados comprometidos com a conscientização da responsabilidade do cristão diante dos desafios de uma nova e correta ação política em nossa nação, pautada no Evangelho e inspirada na pessoa de Jesus Cristo de Nazaré, maior exemplo de liderança em todos os segmentos, que já habitou no planeta Terra.

Nós, adeptos dessa reforma silenciosa, coerente porque mistura visão com ação e estilo de vida, estamos desenvolvendo uma ação política com base nos princípios bíblicos do Governo do Justo que leva o povo a se alegrar. “Quando os justos governam, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme”. (Provérbios 29:2)

Essa visão de princípios bíblicos para um governo justo passa por elementos maravilhosos que, ao absorvermos, aumentam cada vez mais a esperança. Para o cristão, é evidente que o Evangelho deve iluminar todo o agir humano. Isso significa que podemos buscar nas palavras do Evangelho moldar uma ação política elaborada para todos os tempos e lugares. O Evangelho oferece instrumentos especiais e únicos que podemos utilizar para análises da realidade política ou elementos de planificação social e econômica.

O Evangelho anuncia Jesus Cristo como modelo de liderança que resulta na salvação integral do ser humano. Devemos imitá-lo, Ele é o Salvador que ilumina todo homem na sua atividade pessoal e comunitária. “Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo” (João 1:9). A partir do reencontro do homem com o seu Criador pelo Salvador e reconciliador, Jesus de Nazaré, o projeto humano passa a ter em Deus a sua referência de origem, ao mesmo tempo em que a sua orientação final. Para esses, Deus Se manifesta como sentido profundo da vida, como Aquele que sacia toda sede humana de realização, em que encontra descanso o coração inquieto do homem.

O reencontro do homem com o Senhor da vida atinge profundamente todo o seu relacionamento, seja consigo próprio, seja com seus semelhantes, seja com a sociedade, seja com as coisas criadas, de que se serve. Afeta, pois, também a vida política, suprema manifestação da sociabilidade do homem dando ao cristão uma compreensão mais radical e profunda dos conflitos humanos. Orienta a escolha de metas prioritárias na condução dos negócios públicos, isso porque os atos de Jesus revolucionaram a sociedade de sua época, pois os oprimidos podiam encontrar nEle descanso.

Jesus recebia a todos não importando a sua condição, sem rejeição, e as oportunidades deveriam ser aproveitadas de forma justa. “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30)

“O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração, a pregar liberdade aos cativos, e restauração da vista aos cegos, a pôr em liberdade os oprimidos, a anunciar o ano aceitável do SENHOR”. (Lucas 4:18-19)

Considerando então esses elementos, revistamo-nos de coragem e ousadia cada dia na direção de engrossarmos ainda mais as fileiras dos comprometidos com essa reforma política com bases nos princípios do Evangelho e inspirados na pessoa e caráter do líder Jesus de Nazaré, resultando assim em nós a qualidade necessária para ações políticas justas, que proporcionarão ao Brasil uma sociedade melhor.

Apóstolo Marcel Alexandre

Credibilidade Pública e Apostólica: “a moeda do futuro”

Credibilidade Pública e Apostólica: “a moeda do futuro”

“Em cada alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum.” (Atos 2:43,44) 
Associar os atos apostólicos com as ações públicas e políticas tem sido um dos maiores desafios nesta constante afirmação do chamado, em Nome de Jesus, para o resgate da nação brasileira a partir da Câmara Municipal de Manaus e seus poderes.

Compreendemos que ser político com atos apostólicos está ligado diretamente a ser menos empírico e mais competente nos processos que envolvem a árdua missão institucional que implicam, no nosso caso, em ser pró-família e sempre estar construindo caminhos para políticas públicas constitucionais e saudáveis.

Contudo, o fato que atraímos agora nesta “tese” é a necessidade da Igreja e seus membros cidadãos estarem mais envolvidos em todos os aspectos públicos e políticos que já estão em andamento nos principais “canais” disponíveis a qualquer pessoa.

Podemos entender que por mais espiritual e emocional que seja a frase bíblica: “…estavam unidos e tinham tudo em comum”, faz-se necessário ampliar um pouco mais o conceito de “estavam unidos”.

Precisamos começar a exercer com maior atividade nossos direitos adquiridos quanto às ações que podemos tomar nos casos em que a sociedade é afetada negativamente por qualquer lei, ou, até mesmo, e, principalmente, atuar com maior veemência no sentido de sugestionar aos agentes públicos legislativos e executivos, leis que favoreçam o cidadão, bem como, a aplicação das mesmas.

Devemos estar mais unidos nas questões que envolvem o nosso cotidiano na cidade de Manaus, pois as ações políticas nos alcançam diretamente e influenciam 100% o destino das nossas vidas, e, muitas das vezes, por não estarmos atentos, somos afetados por desconfortos, que quando pensamos em reagir, já se torna tardio, pois ficamos sob o efeito da força da Lei.

Temos sempre que trazer à memória um ato de cidadania que nos dá poder de decisão: o voto. Ele é o vínculo que me torna um com o político, a partir da minha escolha. Quando votamos, dizemos SIM e damos poder àquele que irá nos representar com poder político e público.

Com isso, é claro, a nossa aliança com qualquer político determina a consolidação dos atos que estão por trás deste agente público: se atos por Princípios, políticas públicas por Princípios; se atos humanistas, políticas públicas pós-modernas; se atos religiosos, políticas públicas fundamentalistas.

Então, quando nos remetemos de volta ao texto de abertura, a credibilidade dos Apóstolos junto ao povo era tão grande, a ponto das pessoas estarem seguras em caminhar com eles e compartilharem suas vidas e bens, sem restrições, que chegamos a uma conclusão: a força da “moeda do futuro” (conceito nos ensinado pelo Apóstolo Renê Terra Nova), é baseada em atos apostólicos legítimos.

Compreendemos, por fim, que os atos que produzem credibilidade validam aquilo que chamam hoje de Ficha Limpa, pois tal legitimação é dada a todo aquele que possui, em todos os âmbitos públicos da sua vida, a transparência necessária e verdadeira que respeita aqueles que deram poder a este ente político, bem como as leis que regem a nação brasileira.

Convido você, sua família e geração a participarem do Governo do Justo e seus atos, a fim de que unidos possamos ver uma nação “como uma manhã sem nuvens”.

Shalom! Graça e paz!

Transparência Política

Transparência Política

“…e conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” (João 8.32) 
No dia 05 de fevereiro próximo, as atividades legislativas na Câmara Municipal de Manaus começarão e, com isso, os diversos desafios serão inaugurados. Então, gostaria de chamar sua atenção sobre uma ferramenta muito eficaz que compõe o sucesso de todo o político: a transparência. (Apesar de, por ela, também, muitos agentes públicos terem caído devido a suas condutas indecorosas).

O conceito de transparência significa acesso crescente à informação sobre toda e qualquer faceta do comportamento público ou privado por parte de todos os seus agentes econômicos e sociais relacionados a estes.

Para que a transparência possa ter o efeito desejado, uma composição séria deve ser notada, baseada na ética: responsabilidade por aqueles que podemos ajudar, especialmente com quem temos relacionamento mais próximo; sensibilidade para com as circunstâncias peculiares e do contexto concreto de cada pessoa; motivação para responder a quem necessite dos demais, especialmente a quem seja dependente; discernimento, que se requer para ser uma pessoa responsável, e não inflexível; respeito pela legitimidade das emoções como fonte de conhecimento moral e especialmente pelos sentimentos de culpa, vergonha e remorso, centrais dentro das experiências morais das pessoas.” (May, 1996, Paladine, 2005, p.316).

Todos esses elementos contribuem e devem se encontrar no relacionamento ético entre as pessoas. Portanto, a transparência é a consequência ou resultado desse comportamento eticamente responsável.

Com base no que em poucas palavras compartilhamos, podemos entender que a conduta de um político que age por princípios bíblicos deve ser o somatório do fruto do Espírito que está registrado em Gálatas 5.22,23. “Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade, a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.”

Então, pode-se afirmar que qualquer pessoa, pública ou privada, ao ser “medida” pelo fruto do Espírito, terá a seu favor a aplicação da transparência para não negligenciar o chamado do Eterno para com seus atos.

Contrário a isto, entendemos que o “repousar” da transparência nas pessoas que estão fora do alcance dos atributos do Eterno (entenda-se por decisão em construir projetos pessoais) estará fadado ao fracasso e ao escândalo, logo, envergonhando o Evangelho.

2013, o Ano da Maturidade, quando remetido à Politica, será decisivo para o destino da Nação e do Estado, pois terá que ser plataforma para o êxito e a oportunidade de dar mais um passo para aplicação de políticas públicas que não afrontem a família nem o cidadão.

Com isso, teremos a oportunidade de construir um caminho de bênção sobre a vida da nossa cidade, e, para tal, devemos seguir o conselho do Apóstolo Paulo, quando escreveu aos Filipenses 4.7,8. “…e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo,  tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.”

Por fim, se medirmos a transparência dos atos públicos e seus agentes por aquilo que as Escrituras Sagradas dizem, e pelo que está descrito nas leis dos homens (Constituição Federal e demais códigos), teremos clareza do quanto estas ações acompanham o nosso ideal de cidade e de nação, aproveitando até, par sabermos a diferença entre “quem serve a Deus e quem não serve”.

Pensem nisto: a verdadeira transparência e os atos que a acompanham devem ser amigos de qualquer político. Algo contrário a isso, é ledo engano.

Shalom! Graça e paz!

Direitos Humanos? Onde?

Direitos Humanos? Onde?

“…direito à vida, liberdade, igualdade, segurança e a propriedade…” (Constituição Federal, art. 5º. Caput)
Na semana que passou, a mídia nacional divulgou a seguinte matéria: “Travestis lançam calendário com referências religiosas”.

Quando fomos analisar o assunto que, inclusive, foi sinalizado pelo Apóstolo Renê Terra Nova em seu Twitter com a seguinte frase: “A Igreja sofreu vários níveis de perseguições, mas esta é um ABUSO espiritual”, passamos a entender que nosso desafio quanto a influenciar a sociedade precisa ser mais eficaz quanto à aplicabilidade e usufruto das leis que estão ao nosso favor.

É claro que, constitucionalmente, a impressão do calendário obedece aos pré-requisitos da lei, principalmente a que aponta para a liberdade de expressão, notadas no art. 5º, incisos IV, VIII  e IX, bem como no art. 220, parágrafo 2º.

Porém, é de extrema preocupação, pois até onde irá, em nome da lei, as afrontas na direção das famílias e dos cidadãos, que associando as fotos do calendário a registros bíblicos, denotam uma completa inversão de valores daquilo que originalmente o Eterno propôs?
 
Envolver de forma vulgar o sacrifício da Cruz e a última ceia, por exemplo, misturando com deuses estranhos e mitológicos, no mínimo gera em nosso interior um desconforto muito grande, que em atraindo a lei e os códigos para nós, podemos afirmar que fora violado um direito fundamental conforme expresso na Constituição Federal, artigo 5º, VI, que “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.”
 
Entenda-se liturgia como: “uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular;”. E, quando se refere a “pré-definida”, e “as tradições de uma religião em particular”, devemos ser alcançados pela forma como somos identificados: CRISTÃOS.

Um dos principais símbolos do cristianismo é a Cruz e a Ceia do Senhor, e, quando um pequeno grupo de pessoas passa a dar outra forma àquilo que está prescrito na Palavra do Senhor, podemos afirmar que estamos sendo violados em nossas convicções e fé, já que cremos que a Bíblia é o Livro Sagrado do Deus Todo-Poderoso.

Com isso, chamamos a atenção de você, leitor, para o referido fato: Até onde os meus direitos humanos podem ir? Até onde os direitos humanos do próximo podem me alcançar e afetar? Por que, nos últimos tempos, temos sido chamados de homofóbicos, quando, na verdade, somos atingidos com matérias como esta citada neste texto e que muito nos ofende?

Agora um alerta: Como podemos continuar influenciando a sociedade com leis adequadas aos princípios éticos da família e, no momento mais importante do exercício da nossa cidadania, que é o voto, nós nos recusamos a estabelecer um novo tempo para a sociedade, votando em pessoas que não dão respostas favoráveis a um justo no poder?

Daí vem o nosso desafio que é produzir leis para que todas as cidades do Brasil possam verdadeiramente ter uma “manhã sem nuvens”, onde, para o momento, temos sido despertados com esta densa nuvem que aponta para uma tempestade que coloca em risco o futuro das nossas famílias.

Este comportamento dos últimos tempos foi previsto: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si; pois trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram à criatura antes que ao Criador, que é bendito eternamente. Amém.” (Romanos 1.21-25)

Pensem nisto: Só leis justas podem mudar a nação brasileira e alcançar você.

Shalom! Graça e Paz!