MANTER A CHAMA DO ALTAR ACESA

11133779_740961252667786_1796204356525990893_nNesta manhã, a nossa equipe recebeu o Apóstolo Idenilson do Ministério Internacional da Restauração para dar uma palavra de destino no Culto da Brecha do Gabinete do Vereador Marcel Alexandre realizado as sextas-feiras.

O fogo que está sobre o altar arderá nele, não se apagará; mas o sacerdote acenderá lenha nele cada manhã, e sobre ele porá em ordem o holocausto e sobre ele queimará a gordura das ofertas pacíficas.
O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará.

Levítico 6:12-13

1. Oração. Paulo disse “Ore sem cessar”

2. Leitura da Palavra. É um princípio que não pode ser quebrado e tem que ser feito de dia e de noite. Pela manhã assim que acordarmos e a noite antes de dormir. Ler a Bíblia é responsabilidade do Cristão. Por que renova a sua mente e assim protege sua mente de ser moldada pelos costumes do mundo” Com Cristãos temos que manter a chama acesa onde estivermos. A mente do sacerdote está ligada a mente de Deus por meio da oração e da leitura da sua palavra. Quem mantém a chama acesa sempre está em paz. Por que a paz é a plenitude da presença de Deus.

Shabath Shalom a todos.

Por: Assessoria de Comunicação .

PROJETO DE LEI 247/2013 que PROÍBE REFRIGERANTES E SALGADOS FRITOS NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA E PRIVADA

PROJETO DE LEI 247/2013 que PROÍBE REFRIGERANTES E SALGADOS FRITOS NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA E PRIVADA

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Ver. Marcel Alexandre protocolou hoje o PROJETO DE LEI 247/2013 que PROÍBE REFRIGERANTES E SALGADOS FRITOS NAS ESCOLAS DA REDE PÚBLICA E PRIVADA.

(DISPÕE sobre a promoção da alimentação saudável nas escolas das redes pública e privada da educação básica no município de Manaus).

1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador

1º de Maio – Dia Internacional do Trabalhador

Gostaria de expressar meus sinceros parabéns a todos os trabalhadores e trabalhadoras do Ministério Internacional da Restauração (MIR). Aos líderes de células, Pastores, Bispos e Apóstolos, o meu carinhoso abraço a vocês que dedicam as suas vidas ao trabalho do Senhor.

Saibam que o seu galardão é grande e certo, no Senhor, e que o trabalho de vocês jamais será vão. Que a sua colheita seja extraordinária e que vocês fiquem concentrados nAquele que os chamou para boa obra.

Deus os abençoe!

Marcel Alexandre sai em defesa do senador Eduardo Braga

Marcel Alexandre sai em defesa do senador Eduardo Braga

O presidente do Diretório Municipal do PMDB, vereador Marcel Alexandre, defendeu, na Câmara Municipal de Manaus (CMM) o atual líder do governo Dilma no Senado, Eduardo Braga, sobre o inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) que apura suposto envolvimento do senador em fraude quando ele era governador do Amazonas, em 2003. Braga é acusado de autorizar desapropriação de terreno com valorização superior ao praticado pelo mercado imobiliário.

Na opinião de Marcel Alexandre, é natural que todo o ordenador de despesas, como governadores, prefeitos e presidentes de casas legislativas serem investigados. “Contudo, para nós do PMDB não há o que temer com relação ao senador e ex-governador do Estado, Eduardo Braga, pois a acusação de super valorização de terrenos tão propagada pela mídia nada mais é do que desapropriações para a construção do maior projeto de habitação do país, o Programa de Saneamento dos Igarapés de Manaus (Prosamim)”, justificou o peemedebista.

Ainda, segundo Marcel essa investigação do STF tem motivação política “à beira do início de mais um período eleitoral”. “Eu confio plenamente na transparência do senador Eduardo Braga que possui todas as suas contas aprovadas sem ressalvas pelo Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM) e também confio no bom senso”, pontuou.

LEIA A SEGUIR NOTA DO ADVOGADO DO SENADOR EDUARDO BRAGA:

Os temas tratados no inquérito instaurado no Supremo Tribunal Federal, referentes à desapropriação ocorrida em Manaus durante a administração do então governador e hoje senador Eduardo Braga, já foram objeto de análise da Justiça, em diversas instâncias, sem que fosse confirmada qualquer irregularidade.

Eduardo Braga defende que as investigações prossigam enquanto for do interesse do Ministério Público, para reforçar seu compromisso com a transparência e a correção no trato do dinheiro público. O senador repudia, no entanto, a exploração política de denúncias antigas para atingir sua imagem de homem público.

Eduardo Braga não pagou e nem fixou a quantia apontada como indenização, tampouco declinou quem deveria recebê-la ou mesmo de que modo.

Nos autos do processo 001.04.102111-9(TJ-AM), a Justiça já decidiu de forma definitiva não ter havido qualquer ilegalidade no ato expropriatório, ressaltando-se que o valor pago a título de indenização diz respeito não apenas ao terreno, mas também a benfeitorias nele erigidas, que transformaram a área em loteamento urbanizado, com 1320 lotes.

Os fatos também já mereceram a análise do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas, que, por meio do Acórdão 95/2011, atestou a inexistência de indícios de prova quanto à participação de Eduardo Braga em qualquer ato imputado como irregular.

A participação de Eduardo Braga no episódio resumiu-se à assinatura do decreto declaratório de interesse social do imóvel, ou seja, na descrição dos motivos, da finalidade e da hipótese legal de interesse social para fins de possível desapropriação, no estrito cumprimento do que dispõe o art. 6 do Decreto-Lei 3.365/41, conforme parecer favorável da Procuradoria Geral do Estado.

A solicitação foi formulada pelo então Secretário de Terras e Habitação, conforme ofício 0069/2003-GS/SETHAB, datado de 23/04/2003.

Todas as medidas executivas no sentido de concretização da desapropriação ficaram a cargo da Secretaria de Estado de Terras (SETHAB) e da Procuradoria Geral do Estado, nos termos do Decreto 23.418/2003.

Eduardo Braga também não teve qualquer participação na avaliação do terreno que, segundo consta no processo 001.04.102111-9, foi realizada por uma comissão de vistoria, avaliação e caracterização do imóvel composta por peritos da SETHAB. Segundo a decisão judicial, já transitada em julgado, os laudos de avaliação apresentados ao Poder Judiciário provam que a perícia indicada pelo Ministério Público Estadual teria se valido de método, critério e parâmetros equivocados, não havendo dúvida de que os valores pagos pelo Estado do Amazonas foram compatíveis com os de mercado e com a realidade do imóvel desapropriado.

Ressalte-se ainda que o valor unitário do lote, na avaliação da SETHAB, foi de aproximadamente R$ 9.800,00 (nove mil e oitocentos reais), muito abaixo do praticado pelo mercado à época. Hoje, um lote como este não é vendido por menos de R$ 80.000,00 (oitenta mil reais) em Manaus.

Eduardo Braga não compactua, não compactuará e jamais compactuaria com qualquer ilegalidade, tanto assim que em seu Governo criou a Controladoria Geral do Estado e deu total transparência aos atos praticados durante sua administração.

O senador reafirma sua confiança na Justiça e prestará todo e qualquer esclarecimento, a tempo e a hora, até para que se esgotem as aleivosias a respeito deste tema, que possibilitam todo tipo de manobra política, às vésperas de um ano eleitoral.