O serviço público precisa de ressurreição

O serviço público precisa de ressurreição

Estamos em Páscoa, trazendo à memória que o nosso Senhor Jesus Se entregou por nós até a morte, e morte de Cruz, e celebrando a Sua ressurreição, lembrando que nem a Cruz, nem a morte, nem a sepultura conseguiram vencer o Autor da vida. Ele é Rei, Senhor e Deus. Ele vive, reina e voltará.

Nesse momento, quando lembramos que Jesus, o Filho de Deus, Se expôs por amor, olho para a realidade da nossa Nação e, como líder cristão e político, vejo no meu Senhor o maior e o mais perfeito exemplo de serviço.

O serviço públicoé isso: é se entregar para o coletivo, para o bem de todos e não do particular. E aqui uso o sentido amplo desse termo, ou seja, serviço público referindo-se a tudo e todos que lidam com o bem público e trabalham pelo bem da sociedade. Mais do que nunca, nos nossos dias, é preciso redescobrir e fazer ressurgir o espírito público no serviço público: a doação.

Deve ser de senso comum e elemento transformado em cultural o fato de que o servidor público não é um locupleto, que usa o serviço público para se beneficiar, se encher e enriquecer. É alguém que se doa, que percebeu que pode fazer algo a mais para ajudar a sociedade a ser mais organizada, bem administrada, socorrida e assistida.

O serviço público deveria ser desempenhado por consciência de sacerdócio, pois dessa forma esse servidor se sentiria feliz e recompensado pelo bem que vai promover na sociedade. Isso é o verdadeiro serviço público.

Foi o que Jesus prestou. Ele veio salvar, deu amor, não um amor de ‘eu te amo’, apenas de palavras, mas com ações, tocando vidas, curando, libertando, restaurando, realizando milagres.

Ele também não Se omitiu diante dos desafios da sua época. Confrontou governantes, liderança sacerdotal, comportamentos sociais, lidou com a questão da prostituição, da imoralidade, deu oportunidades de mudança e verdadeira transformação pelo caráter sacerdotal. Ele acolheu, amou e desafiou: Vá e não peque mais!

E, no fim de tudo, para que tudo que Ele realizou durante três anos de ministério na Terra se consolidasse, Ele Se deu. Não Se locupletou, não levou vantagens para Si, não tirou dos outros para Si. Ele Se deu inteiramente e Se tornou o grande Nome, acima de todo nome.

Jesus é para mim o grande modelo político que precisamos seguir muito mais que qualquer teórico que já tenha vivido nesta Terra. Ele, Jesus Cristo de Nazaré, morreu ressuscitou e nos deixou o exemplo vivo e prático do que é realmente servir.

Que neste dia de Páscoa, o Senhor nos ajude, como líderes, a compreendermos e a vivermos o verdadeiro sentido da doação, do amor, do cumprimento da missão e chamado. E que o maravilhoso Espírito Santo, que ressuscitou Jesus dentre os mortos, faça também uma obra de ressurreição em nossa Nação, suscitando verdadeiros servidores públicos, comprometidos não com seus próprios interesses, mas com o bem público.

Desejo a você e a sua família uma feliz Páscoa e melhores e felizes dias para a nossa amada Nação.

LISTA DE FACHIN: UMA SEMANA NÃO TÃO SANTA NA POLÍTICA BRASILEIRA

LISTA DE FACHIN: UMA SEMANA NÃO TÃO SANTA NA POLÍTICA BRASILEIRA

Às vésperas da Páscoa, acordamos com a divulgação da lista de Fachin, onde representantes do Amazonas foram citados e estão sendo investigados na operação Lava-jato. Seria esse um desafio à morte ou à ressurreição?

O fato traz certa preocupação, porque é a imagem do Amazonas e são pessoas em quem depositamos fé pública. É preciso, entretanto, dizer que pelo fato de serem investigados, não significa que não sejam merecedores ainda do crédito que a população lhes deu quando neles votou. Nesse processo, porém, vão prevalecer alguns caminhos importantes:

  1. Apoio total à Lava-jato e às investigações;
  2. A investigação é algo bom, porque o resultado dirá se são ou não inocentes. Se forem inocentes, será validado o voto que lhes foi dado, a confiança será ampliada e a representatividade se fortalecerá. Se houver culpa, serão punidos e isso fortalece a democracia.

No processo democrático e na força e missão dos poderes, essa situação é totalmente positiva, porque é próprio do regime democrático que, havendo denúncias, investigue-se; havendo provas legítimas, puna-se; mas não havendo provas, isente-se.

No caso de inocência, o desafio posterior é a recuperação da reputação. Para muito além da reputação pessoal, porém, está a imagem política brasileira, a imagem pública, que está muito sofrida. Em um regime democrático, é preciso tomar isso como lição, olhar esse quadro como exemplo para que os políticos tomem cuidado com suas ações e ajam de acordo com a lisura que o cargo exige.

Mais uma vez, reforço meu apoio à Lava-jato para que se investigue de verdade e mostre se essa lista se tornará livro da vida ou da morte. Se houver inocência (porque existe a presunção da inocência e deve ser observada), os denunciados ficarão limpos em sua história política, porque foram investigados e foram inocentados. Se não, estarão no livro da morte e, infelizmente, estarão contribuindo para a morte da reputação e da credibilidade política que estamos enfrentando no nosso país.

Vem, então, o apelo à ressurreição, que é o surgimento de novos nomes políticos, que deixem essa história triste no passado e sigam uma rota nova e diferente.

Marcel Alexandre

Líder Cristão e Líder Político

ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES

ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES

Utilizei a sessão plenária da Câmara nesta segunda e terça para repudiar denúncia sem provas veiculada em jornal de grande circulação em Manaus sobre possível uso abusivo de combustível pelas secretarias municipais.
Há uma onda de assassinato de reputações no meio político e parece que isso virou moda. Assim como assistimos o fato do Brasil ser um país que mata mais do que países em guerra, como a Síria, nós nos acostumamos a essa realidade e parece que se perdeu a sensibilidade. Por conta disso, segue-se também, no meio político, o comportamento do assassinato de reputações. Muitos acham que se pode abrir a boca e falar o que quiser, como se isso fosse normal, mas não é.
Nos últimos dias se tornou costume surgirem denúncias sem apresentação de provas. No exercício das funções públicas, estão pais e mães de família que têm suas reputações. Quando se fala algo da Prefeitura, não se atinge apenas o prefeito, mas todos que estão no meio dessa realidade. Surgiram denúncias como no caso do diesel dos ônibus, mas até agora não apresentaram as provas e ainda querem que a Câmara se envolva numa CPI… Agora a denúncia foi sobre abuso do uso de combustível por parte das secretarias municipais. Como se pode mexer na dignidade das pessoas, fazendo denúncias sem apresentar provas?
Marcel Alexandre explicou que o uso dos combustíveis é acompanhado por sistema online tanto pela Prefeitura quanto pelo Tribunal de Contas do Estado. No momento do abastecimento, todos do controle sabem e podem averiguar, inclusive o Tribunal de Contas, que tem a senha.
A matéria jornalística se configurou temerária e indutiva ao erro, já que não considerou o consumo de carros pesados, como os da Seminf que trabalham de segunda a sábado e alguns nos feriados. A despeito de todas as realidades internas, o jornal fez mais uma denúncia sem provas, uma matéria com suposições. Onde está a materialidade da denúncia?
Destaquei o trabalho e o compromisso com a gestão pública dos secretários Ulisses Tapajós, da Semef, e Luiza Bessa, da Semad, e também o compromisso com o bem público e o bom uso do erário como características da gestão do Prefeito Artur Virgílio. A população de Manaus pode ficar tranquila por ter dado ao prefeito Artur a oportunidade de nova gestão. As Secretarias utilizam combustível conforme a demanda de ações, e a Prefeitura continua trabalhando para atender a cidade, inclusive nas emergências, procurando diminuir o custeio e cortando na carne.
Realizar denúncias sem provas se configura em assassinato de reputações, trabalhando um palanque antecipado para 2018. Quem mais sofre com tudo isso é a população, que é induzida ao erro. A Prefeitura, porém, continuará trabalhando com a transparência e a responsabilidade fiscal, fazendo bem o seu trabalho.

Agora é Lei! Escolas municipais não podem inserir Ideologia de Gênero na grade curricular

Agora é Lei! Escolas municipais não podem inserir Ideologia de Gênero na grade curricular

No dia 12 de Dezembro de 2016, tivemos a aprovação do PL 389/2015, de minha autoria, que proíbe a inclusão da Ideologia de Gênero na grade curricular das escolas municipais.

Nesta semana, no dia 03 de Março, celebramos definitivamente esta grande vitória da Família: a lei foi PROMULGADA pela Câmara e entrou em vigor no dia 07, data da sua publicação. Veja o que diz a LEI 439:

Art 1º Fica proibida a inserção, na grade curricular das escolas do município de Manaus, a orientação política pedagógica aplicada à implantação e ao desenvolvimento de atividades pedagógicas que visem à reprodução do conceito de ideologia de gênero.

Art 2º Considera-se, para efeito desta Lei, como ideologia de gênero, a ideologia segundo a qual os dois sexos, masculino e feminino, são considerados construções culturais e sociais.

O Congresso Nacional já havia retirado, em Abril de 2015, o termo ideologia de gênero do Plano Nacional de Educação (PNE). Em Manaus, no Plano Municipal de Educação, o termo também foi retirado, mas algumas escolas insistiram em realizar atividades ‘pedagógicas’ abordando o tema, justificando que estavam trabalhando o tema diversidade, respeito, preconceito.

Na época da discussão do PL eu perguntei e agora pergunto novamente: Será que as escolas precisam ensinar às crianças a ideologia de que ‘menino não nasce menino e que menina não nasce menina, mas que se descobrem menino ou menina no desenvolvimento social’ para tratar sobre respeito, cidadania, tolerância e diversidade?

A escola é um espaço de formação, é responsável pela reprodução social no ensino dos conteúdos da grade curricular orientados pelos projetos políticos pedagógicos, para alcançar o objetivo claro de formação de cidadãos autônomos, plurais e capazes de lidar com a diversidade. Através do respeito, tudo isso é possível!

Agora é Lei! As escolas municipais não podem inserir Ideologia de Gênero na grade curricular, e essa é uma vitória para o Governo do Justo, para a geração reformista que está nascendo, para a Manaus de hoje e das gerações futuras.

Cabe agora a você, família, responsável pelo desenvolvimento sadio das nossas crianças, denunciar, porventura, a realização de qualquer atividade relacionada à Ideologia de Gênero que ocorra na escola. Encaminhe denúncia formal ao meu Gabinete na Câmara Municipal de Manaus (39) e tomaremos as devidas providências.

Deus salve a Família! Deus salve Manaus! Deus salve o Brasil!