Dia do Discipulador – Relacionamento, gratidão e honra

Dia do Discipulador – Relacionamento, gratidão e honra

 

“Não é o discípulo mais que o seu mestre, mas todo o que for bem instruído será como seu mestre.” (Lucas 6:40)

No próximo dia 12/12, celebramos o Dia do Discipulador, uma data tão importante para a Visão Celular no Modelo dos 12, pois retrata uma essência que é vivida durante todos os dias do ano: discipulado é relacionamento.

Quando Jesus cumpriu Seu ministério na Terra, os discípulos andaram continuamente com o Mestre durante três anos. Eles não apenas ouviam as ministrações do Seu Mestre, mas eles viam Seu estilo de vida irrepreensível, eles presenciavam os milagres, viam como Ele tratava os pecadores, viam Suas ações e reações, ou seja, aprendiam com o relacionamento.

Jesus ascendeu aos Céus, mas deixou uma missão: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo, ensinando-as a observar todas as coisas que vos tenho ordenado; e eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.” (Mateus 28:19-20)

No livro de Atos, vemos os discípulos fazendo o mesmo que Jesus: ministrando, curando, repartindo o pão. E tudo com a mesma unção e autoridade, como verdadeiras testemunhas, verdadeiros discípulos, que reproduziam em atitudes e caráter o que aprenderam com o Mestre.Como Igreja, continuamos em nossos dias a escrever os Atos Apostólicos e, como discipuladores, seguimos na missão de fazer discípulos.

Dedicamos, então, atodos os discipuladores do MIR e das Igrejas sob a cobertura, nossa homenagem. Aos discipuladores do Brasil na Visão Celular no Modelo dos 12 a nossa honra. Aos discipuladores que estão sob a nossa supervisão (Bahia, Distrito Federal, Goiás, Pernambuco e Japão), e àqueles que passaram por nós e jamais esquecemos (Ceará, Rio de Janeiro, Bolívia e Portugal), que Deus os abençoe. Nosso apreço e honra, por dedicarem tempo e amor para reproduzirem Cristo na vida de tantos outros.

ÀnossaEquipe de 12, nossa gratidão. Sem vocês, nosso ministério não teria o sentido que tem. Vocês são o selo da nossa conquista, da nossa vitória. Deus abençoe sobremaneira. A todos que trabalham comigo na equipe política, meu muito obrigado e que Deus os abençoe.

Aos nossos Apóstolos Renê e Marita Terra Nova, para muito além da nossa gratidão, nossa fidelidade e honra, rendendo graças a Deus por suas vidas e por serem matrizes de um discipulado saudável e eficaz.

Ao Mestre Jesus, nosso referencial supremo de Discipulador, nossa entrega 100% e a confirmação do nosso compromisso de servi-lO sempre, discipulando na Igreja e na grande seara que é a nação brasileira e as nações.

Apóstolos Marcel e Joice Alexandre

O compromisso de transformação da nação brasileira – Parte 1

O compromisso de transformação da nação brasileira – Parte 1

Untitled-2Eu quero compartilhar com você um sonho. Um sonho que não é somente meu, mas de todos nós: o sonho de um Brasil melhor. E, ninguém melhor do que eu e você que temos dignidade, que respeitamos a vida, para refletirmos com responsabilidade e temor sobre esse assunto.

Um Brasil melhor requererá uma transformação em diversos segmentos da nossa sociedade. Eu e você, quer como cidadãos comuns, quer como líderes na Igreja ou como guias espirituais, responsáveis pela condução de tão numeroso povo, não poderemos nos eximir da nossa parcela de contribuição e responsabilidade social que ora bate às nossas portas nos conclamando para uma intervenção verdadeiramente eficaz na condução dos destinos do nosso Brasil.

O nosso sacerdócio é para Deus e para o povo, então, contribui significativamente para a melhoria de qualidade de vida da sociedade de modo geral. O que fazer para que essa transformação aconteça? Constituirmos um sacerdócio político que vai cooperar para termos políticas públicas melhores para abençoar o povo, somando com aquilo que já fazemos como guias espirituais. Esse sonho, esse ideal, nós convencionamos chamar de Governo do Justo. Acredito que você já ouviu falar sobre o assunto, e acredito também que vez ou outra você pode até perguntar: O quanto eu posso confiar nisso?

E eu respondo por que eu e você podemos confiar que chegaremos a essa realidade maravilhosa e abençoadora do Governo do Justo: porque você e eu confiamos em Deus, porque cremos nEle e não abrimos mão da nossa confiança nEle para a terceirizarmos a ninguém. Também trilhamos os caminhos de Deus e sonhamos os Seus sonhos. Portanto, nisso, somos iguais. Daí você pode me perguntar: Mas Deus tem sonhos políticos? Sim. Por isso, quero citar II Samuel 23:1-4,  que fala de um momento espetacular da vida do salmista, do profeta e rei Davi, quando ele está indo para a eternidade, Deus o está chamando para tomá-lo para Si, o Espírito da profecia o toma de uma maneira especial com esse rhema maravilhoso da Palavra de Deus.

 “São estas as últimas palavras de Davi: Palavra de Davi, filho de Jessé, palavra do homem que foi exaltado, do ungido do Deus de Jacó, do mavioso salmista de Israel. O Espírito do Senhor fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua. Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Quando um justo governa sobre os homens, quando governa no temor de Deus, será como a luz da manhã ao sair do sol, da manhã sem nuvens, quando, depois da chuva, pelo resplendor do sol, a erva brota da terra.”  (II Samuel 23:1- 4)

Ao citar esse texto, quero ressaltar o caráter profético da afirmação de Davi, o “homem segundo o coração de Deus”, “o ungido do Deus de Jacó”, quando diz: “O Espírito do Senhor fala por meu intermédio e a sua palavra está na minha língua”. Podemos afirmar que não se trata de palavras insensatas de um homem senil, mas de um profeta plenamente consciente de que o Espírito de Deus é quem está falando por seu intermédio. Então, essa palavra assume o caráter profético cujo cumprimento aponta para o Messias Jesus. Mas quando Jesus veio – o Justo que pisou na Terra, Ele veio com alguns objetivos: 1) estabelecer um modelo justo de pessoa a partir dEle; 2) multiplicar esse modelo justo de pessoa justa a partir do momento que Ele entra na vida de cada pessoa. Você é alguém assim. Jesus veio e deu a Sua vida por mim e por você. Eu e você somos justificados pela fé que exercemos nEle. Logo, nós somos justos aptos para o exercício do Governo do Justo.

Nós não teremos outro modelo político, outro modelo de pessoa, outro modelo de realidade de influência para a formação de uma sociedade, senão o modelo desse líder espiritual, político e familiar. Essa referência mundial que é a pessoa de Jesus Cristo de Nazaré.

Continua…

Ouvindo a Deus no deserto – Parte 2

Ouvindo a Deus no deserto – Parte 2

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Deserto não é sinônimo de derrota para ninguém que tem o chamado de Deus. Deserto é lugar de formação de caráter, formação de propósitos e objetivos. Os propósitos do coração de Deus são maiores do que aqueles que qualquer homem possa projetar. Precisamos ter essa consciência, porque assim deixaremos que o Senhor nos leve por onde Ele quiser.

O Senhor tirou Moisés dos palácios do Egito e o lançou no deserto de Midiã para tratar o seu coração e o fez retornar ao Egito para resgatar Seu povo. Ora, se Deus é o Todo-Poderoso, Ele não poderia fazê-los sumir do Egito e aparecer diretamente na terra prometida? Sim, mas eles tiveram que atravessar o deserto, porque o coração do povo precisava ser tratado (Deuteronômio 8).

O novo de Deus na nossa vida não pode ter a forma do velho. É por isso que Ele precisa quebrar a forma velha e fazer uma forma nova para que o novo seja feito como Ele sonhou e desejou. Assim será na sua vida. Desprenda-se da forma velha e deixe Deus fazer o novo em você, pois o novo é mais precioso, mais poderoso, mais especial.

Deus também levou Seu Filho para o deserto. O texto de Mateus 4 diz que depois do batismo, o Espírito Santo o conduz ao deserto para ser tentado pelo diabo. Você poderia perguntar: Que pai desnaturado é esse, que leva o filho ao deserto? Essa é a leitura comum, que muitos fazem. Mas, a leitura correta é: Deus é tão tremendo, acredita tanto nos Seus filhos que é capaz de pegá-los pela mão para atravessarem um deserto, mesmo sabendo que Satanás está lá com todas as armadilhas.

Filhos de Deus não foram feitos para caírem em armadilhas malignas. Não foram feitos para perecerem no deserto. Nós estávamos na velha vida e Deus nos levou para a nova vida. Esse período de reconstrução é um deserto. E Deus sempre lhe dá o escape para vencer. Conheça algumas percepções que precisamos ter para vencer o deserto.

  1. Quem coloca filho de Deus no deserto é o próprio Deus

A primeira percepção que devemos ter acerca do deserto é: Quando somos filhos de Deus, quem nos coloca no deserto é o próprio Deus. É Deus quem o leva para o deserto, porque o diabo não manda nem conduz vida de filho de Deus para lugar nenhum. Em filho de Deus, quem manda é Deus! Se precisarmos de tratamento, Ele vai nos tratar. Deus não quer proteger as coisas ruins que estão dentro de você. Ele quer tratá-lo e o fará mesmo que tenha que colocá-lo no deserto. Uma certeza, porém, você precisa ter: No deserto, o Senhor está com você em todos os momentos.

  1. Deserto é lugar para sermos provados e aprovados

Devemos ter também a compreensão de que deserto é um lugar que Deus escolheu para sermos provados e aprovados. E essa notícia é péssima para o diabo e não para você. Deus envia Seu filho para o deserto para dizer: Vou te consumir, Satanás. O diabo prova que filho de Deus tem natureza de Deus e isso é muito amargo para o diabo. Então, quando você entrar no deserto, pule, sorria e grite: Diabo, você está perdido! Você vai me tentar, mas eu serei aprovado! Quando Jesus entrou no deserto, mais uma sentença de derrota estava estabelecida para o diabo. Deserto é o lugar que Deus escolheu para que Seus filhos sejam provados e aprovados!

Qual é a base da pergunta de satanás para Jesus? “Se és filho de Deus…” Quem é que vence o deserto? Filho de Deus! Filho de Deus tem um destino: vencer no deserto. O deserto serve tão-somente para atestar a nossa natureza. Se não é filho, perece vergonhosamente. Se é filho, Satanás vai amargar uma derrota, pois vai provar e não vai gostar do que provou. Ao identificar um deserto, diga para o diabo: Você está perdido, porque eu vou vencer e eu vou provar que sou filho de Deus.

  1. O jejum o ajuda a vencer o deserto

Existe um elemento que o ajuda a vencer o deserto: jejum. Jesus, no deserto, estava jejuando. Por quê? Porque ninguém vence o deserto cheio de si. Ninguém vence o deserto cheio de carnalidade. Só vence o deserto aquele que se esvazia de si mesmo para receber o conteúdo de Deus. É quando você vive debaixo do seguinte princípio: eu não quero viver por mim mesmo, mas eu quero que Cristo viva em mim (Gálatas 2:20).

  1. O inimigo atacará com grandes ardis quando você estiver próximo da vitória

A Bíblia diz que Jesus jejuou por quarenta dias e, ao final, teve fome (Mateus 4:2). Neste momento, surge o tentador. Parece até que é uma regra espiritual: quando estamos perto da vitória, surge algo ruim. Mas, isso atesta que você precisa de um pouco mais de tratamento. Isso porque ninguém é aprovado por Conselho de Classe no deserto. No reino espiritual, não há como você ganhar alguns décimos “de graça”, porque tem um bom comportamento ou é esforçado. Deus quer que você passe com nota máxima. Ou é aprovado, ou terá que enfrentar o deserto novamente. Deus não vai aliviar o deserto para você, porque desertos não vencidos são desertos repetidos. Há uma postura no deserto para vencer: Seguir Jesus, buscar primeiro o Reino de Deus (Mateus 6:33). Não dá para vencer deserto cheio de si, com maledicência e irritação. Decida por seguir a Jesus em qualquer situação. Quando as lutas estiverem grandes demais, tenha a certeza de que a vitória está chegando. Não tire os olhos de Deus, não tire os olhos da promessa, fique firme, submeta-se a Deus, resista ao diabo e ele fugirá de você.

  1. O inimigo o atacará quando perceber que você está profundamente desejoso ou extremamente necessitado

Sentimento de necessidade, na maioria das vezes, é justificado por Satanás. A ansiedade de ter as coisas leva à precipitação, a precipitação leva a atitudes erradas e atitudes erradas levam à derrota. É todo o esquema que o diabo monta para derrotar você no deserto. Satanás olhou Jesus aos 40 dias de jejum e pensou: É agora que ele vai fazer qualquer coisa para comer. Jesus estava no extremo do Seu limite, sentindo a fome que mata… O diabo sabia disso e aproveitou o momento de grande necessidade para tentar Jesus. Satanás mostra as pedras e testa Jesus dizendo: Se Tu és filho de Deus, transforma pedras em pão. Provavelmente Jesus imaginou aquele pão quentinho, sentiu aquele cheirinho gostoso de pão que terminou de assar. Mas, Jesus lhe respondeu: “Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.” (Mateus 4:4). Foi um a zero para Jesus. Filho de Deus não se deixa corromper. Mesmo em meio à necessidade mais profunda, filho de Deus responde: Nem só de pão viverá o homem.

Continua…

Veja:  Parte 01

Ouvindo a Deus no deserto

Ouvindo a Deus no deserto

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O deserto é um lugar especial no coração de Deus e não há um filho Seu que ainda não tenha passado por essa situação. Para entender o deserto e o seu significado, é preciso que nos posicionemos, para que possamos compreender, de fato, qual a importância e a relevância que temos. Mas você pode se perguntar: Quem sou eu? E que importância tenho?

Somos imagem e semelhança de Deus

Você foi criado à imagem e à semelhança de Deus e isso quer dizer que não há nada mais importante nessa vida do que você; só Deus é mais proeminente do que o homem, porque Ele é a essência de todas as coisas. Os anjos, por exemplo, não tiveram esse privilégio. Foram criados como seres espirituais especiais para estarem à disposição do Altíssimo. Porém, teve um ser, Satanás, que desejou tanto esse direito e, buscando a posição de ser igual a Deus, tornou-se maldição para sempre. Eu e você, contudo, somos a imagem e semelhança do Pai.

Somos filhos de Deus

Outro aspecto significativo é o fato de que somos filhos de Deus e ocupamos um lugar distinto no coração desse Pai. Qual o pai que não deseja o melhor para o seu filho? Todos aqueles que são pais sabem que, ao nascerem os filhos, sua dedicação a eles é quase exclusiva. E, embora os filhos cometam alguns deslizes, alguns erros, jamais deixarão de ser filhos; seus pais, em tempo algum, os abandonarão. Pai é pai! Eles sabem o que é o melhor para os seus filhos.

Um dia eu achei que tinha o pior pai do mundo. Um sujeito rude que, a meu ver, era desprovido da capacidade de compreender; um ditador, um senhor feudal. Eu tinha medo dele e por muitos anos vivi assim. Quando conheci Jesus, deparei-me com algo que não gostei: o mandamento de honrar pai e mãe. Honrar minha mãe, tudo bem! Agora, honrar o meu pai? Onde estavam os motivos?

Certa vez, após um longo período de oração, encontrei-me com uma irmã que Deus havia colocado à minha frente como bênção. Eu lhe confidenciei não conseguir amar o meu pai e em prantos passei a narrar para aquela irmã alguns fatos. Ela me disse: Meu filho, nenhum fato jamais sobrepujará o mandamento de honrar pai e mãe, ainda que isso vá de encontro a toda lógica humana que se estabeleceu em sua vida. Eu não gostei daquela resposta; achei que a irmã não tinha me compreendido, mas ela sabia muito bem o que estava falando.

Meu pai podia até ser o melhor pai, todavia eu não o via assim devido às amarras que não me deixavam enxergar o bom homem que ele era; só via o que me interessava. Na verdade, as atitudes de meu pai, por mais ditatoriais que fossem, desejavam imprimir nos filhos o melhor. Mas, só compreendi isso depois.

Quando cresci, numa busca desesperada por uma resposta, pedi a minha mãe que me falasse dos meus avós paternos. Ela me disse: seus avós morreram muito cedo quando o seu pai ainda era uma criança. Esse fato fez com que os irmãos mais velhos fizessem uma reunião e, na ocasião, meu pai não estava. Quando chegou, ninguém percebeu sua presença. A conversa era para decidir onde ele ficaria, pois nenhum dos irmãos o queria em casa por ser muito agitado. A opção foi morar com uma tia numa realidade muito diferente da sua, a começar pela casa que, de tão pequena, não havia espaço ao menos para que dormisse. Dessa forma, descansava na cocheira, junto aos cavalos…

Lembra que falei daquelas ações duras do meu pai comigo? Eram para me dizer: Eu não quero você dormindo numa cocheira! Eu não quero que meus filhos não tenham um teto para abrigá-los! A partir de então, ele deixou de ser o último homem do planeta Terra, para ser o primeiríssimo da minha vida, pois entendi que ele era espetacular!

Não há pai que não gere o seu filho em amor. E, se ele não demonstra amor por você, é porque muitas vezes ele não sabe como fazê-lo. Ele o ama. Aí, você me pergunta: Apóstolo, o que tudo isso tem a ver com deserto? Você vai entender.

Deserto, lugar que conduz à terra prometida

Em Mateus 4:11, lemos a narrativa de Jesus no deserto. O deserto é uma marca inerente aos grandes homens de Deus. E, se você acredita ser um líder ou alguém que recebeu um chamado, um comissionamento da parte de Deus, há de passar por um grande deserto. Esse lugar passará a ser um lugar especial no seu coração. Pois não há nada de Deus para nós que deixemos de gostar. O que existe, na verdade, é uma ignorância, um desconhecimento de causa.

Só há um deserto que não é bom na vida de uma pessoa: o deserto do pecado, da rebelião, do coração distante de Deus; o deserto da quebra de princípios. Porém, estou falando a filhos e a candidatos a filhos de Deus.

Quando Deus chamou Abraão na Babilônia, Ele não Se importou com os grandes feitos, nem as riquezas e status que tinha. Deus não alertou a Abraão que ele seria moído no deserto e o quanto seria difícil para que ele trabalhasse suas economias naquele lugar. Sabe por quê? Deus não tem uma visão circunstancial; Ele sempre tem em mente o resultado que quer produzir em nós. Quando o Senhor nos chama, é sempre para algo maior do que somos, e maior do que temos. Todos têm um chamado de Deus. Até você que pensa: ‘Será que estou no lugar certo, fazendo a coisa certa?’, tem um chamado. Isso é a crise do deserto e de quem não tem conhecimento de causa nem da missão que possui. Contudo, Deus tem paciência e quer ensinar-lhe e conduzi-lo em todo o tempo para um lugar melhor.

Jamais a palavra de Deus vai nos encontrar em um lugar e nos deixar no mesmo lugar ou num lugar pior. Pelo contrário, quando a palavra nos encontra, leva-nos a um lugar mais adiante. E, se essa palavra o encontrou, não vai deixar você perecer no meio do caminho; não vai deixar você ser humilhado, reduzido à pobreza, à miséria… Deus levará você para a terra que mana leite e mel, um lugar de glória, um caminho maior.

Deus só tem pensamentos bons para os seus filhos, a despeito do contexto familiar ou traumas que você tenha com relação a seus pais. Ele é um Pai perfeito e nEle não habita injustiça. Quando Deus leva um filho Seu para o deserto, Ele não tem uma visão circunstancial; Ele sempre tem em mente o resultado que quer produzir. Deus o conduzirá para o deserto, mas também o levará para a terra que mana leite e mel, um lugar de glória, um caminho maior. O Pai perfeito, com quem você tem aliança, só tem pensamentos bons para os seus filhos. Ele é um Deus bom e nEle não habita injustiça.

Continua…

Veja Parte 2