Marcel Alexandre agradece a CMM prêmio recebido em Jerusalém

Marcel Alexandre agradece a CMM prêmio recebido em Jerusalém

Durante o Pequeno Expediente desta segunda-feira (16), o vereador Marcel Alexandre (PMDB), agradeceu à Câmara Municipal de Manaus (CMM) pelo prêmio que recebeu em Jerusalém, honrando a lei de sua autoria que declara Manaus-Jerusalém cidades-irmãs.

A convite da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ), o parlamentar esteve em Israel para participar da celebração da Festa dos Tabernáculos e receber o prêmio que reconhece ações da sua vida pública.

“A Lei 273, de 06 de abril de 2011, de minha autoria, que estabeleceu Manaus e Jerusalém cidades-irmãs recebeu reconhecimento em Israel e, por isso, trago o prêmio para mostrar a todos, porque me sinto no dever de honrar esta Casa. Foi esta Casa que votou a lei e, por isso, merece ser honrada”, disse.

Marcel Alexandre explicou que a ICEJ considera que toda ação que possa melhorar o relacionamento no Oriente Médio, uma questão mundial relacionada à paz, é algo a ser celebrado. “O Brasil tem dado sua contribuição através das suas instituições. Neste período da Festa dos Tabernáculos, mais de 2 mil brasileiros estavam lá apoiando Israel e dizendo que contribuem para a paz”, informou.

Finalizando o discurso, o parlamentar saudou o vereador Isaac Tayah, trazendo um abraço especial ao colega, e desejando paz a todos.

A crise institucional no país e o desafio da Igreja

A crise institucional no país e o desafio da Igreja

O Brasil enfrenta uma grave crise. Para muito além da crise econômica, a crise institucional assola o país. Vimos nos últimos dias uma sequência de fatos que comprovam isso. João Vaccari Neto, que foi condenado pelo juiz Sérgio Moro, agora foi absolvido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e abre precedentes para todos os possíveis condenados da Lava-Jato. O ministro Lewandowski que, em uma atitude unilateral, absurda, chocante, estarrecedora do estado jurídico da nação brasileira e do estado do Amazonas toma uma decisão que, na essência, precisa ser interpretada de tão absurda. E, ainda, pela primeira vez, um presidente da República é denunciado por um crime comum.

Então, ou cremos que estamos vivendo o fato espiritual profético declarado há anos, que Deus levantaria as saias da nação e traria juízo (“Eis que eu estou contra ti, diz o SENHOR dos Exércitos; e levantarei a tua saia sobre a tua face, e às nações mostrarei a tua nudez, e aos reinos a tua vergonha.” Naum3:5), ou de fato estamos numa mera crise política, institucional, que nos faz refletir sobre a nossa posição não somente crítica, nem apenas sob o aspecto kerigmático, do profético, da denúncia.

Enquanto ficarmos em cima dos muros da indecisão ou das montanhas, esbravejando, tão somente com gritos proféticos, ou como caminhantes kerigmáticos, não veremos os resultados contundentes. Precisamos efetivamente agir e participar do processo de mudança. Se cremos que a palavra produz algo por essência da palavra, vamos esperar os efeitos dela, mas se apenas profetizamos e não agimos em consonância com o que profetizamos, teremos que esperar muito tempo, porque uma palavra é uma semente que demanda tempo para frutificar.

O fato é que as nossas ações precisam ser questionadas. Se um partido político é um fórum de discussão e de realizações políticas, onde está nosso partido político? Se entramos no senso comum das pessoas que dizem que partido político é tudo igual, para onde iremos?

Se a essência das instituições está comprometida, onde estão os profissionais que devem ser sal e luz onde estão plantados?

Se o judiciário não está bem, onde estão os nossos advogados, juízes, promotores, defensores públicos? Quem está se preparando? Onde estão os nossos ‘profetas’ que entrarão especificamente nesta área?

Se a educação não está bem, está ideologizada, onde estão os nossos educadores?

Se a saúde não está bem, se há muita corrupção, desvio de dinheiro, deformidade no caráter no exercício da função, onde se prescreve o que não se necessita, onde se utiliza o que não se prescreveu, colocando em risco a saúde das pessoas, onde estão os médicos, onde está o bálsamo de Gileade?

Neste momento, devemos buscar uma posição de uma reflexão muito pessoal, não apenas pela ótica da retórica, na área do pensamento, do discurso mas de uma posição que atinja a cabeça, o coração e os pés que se movem na intenção de fazer algo diferente, porque o país está clamando por socorro. E, sinceramente, não há ninguém com tanta moral, tanto crédito, tão isento, que possa ficar tão somente apontando o dedo. É tempo de fazer algo!

E para aqueles que estão tão horrorizados, desacreditados, a ponto de permitir que sua indignação, frustração e decepção os paralise, afirmo: Isso não é a solução, é adoecer junto. Nós, Igreja, não temos caráter de adoecimento nem de paralisia. Se adoeceu e paralisou, não está sendo Igreja. Igreja é corpo vivo, sangue de Cristo corrente, vivo e saudável, corpo efetivo, que se move, age e faz a diferença.

Se não aceitarmos o desafio de sermos instrumento de curar, de fazer uma revolução verdadeira, de reformar em tempo de 500 anos de Reforma, não haverá solução. O Caminho nós já temos, é a Pessoa Caminho, e nós precisamos ser o efeito caminho da Pessoa Caminho, Jesus Cristo. Somos Corpo de Cristo!

Uma gestão pública por princípios transforma a sociedade

Uma gestão pública por princípios transforma a sociedade

Quando I Tessalonicenses 3:23 diz: “E o próprio Deus de paz vos santifique completamente; e o vosso espírito, e alma e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”, podemos compreender que os três eixos que reintegram o homem a Deus é pela completa influência dos atos divinos do Senhor sobre a humanidade.

O primeiro eixo, o espiritual, é aquele ao qual faz a conexão entre o humano e o divino, sendo que, tratando-se da transformação do homem interior, pelo Espírito Santo de Deus, a santidade na aliança é o fator principal para que possa haver uma renovação de atitudes que convergem para a adoração, que compreende a rendição total e cumprimento dos serviços na direção da vontade de Deus.

Em face essa reconexão espiritual entre o homem e Deus, o segundo eixo, o emocional, é gerido pela alma e recebe doses curativas imediatas ou processuais para que as estabilidades interiores e inter-relacionais se submetam ao modelo único de Deus em sempre estar disposto a restaurar as alianças. Tratando-se de alianças, o homem completa-se em suas relações na sua formação familiar, onde, com base na vida espiritual ligada em Deus e nos princípios da Sua Palavra, a alma é fortalecida pela segurança proporcionada pela presença do Senhor. Com base nesses princípios, o homem é agente principal para reduzir os indicadores das disfunções familiares que afetam a sociedade em que vive.

Impactados por essa reconexão a Deus, desaguamos no terceiro eixo que é o físico, ou corpo. As diminuições das doenças psicossomáticas (que são causadas, em sua parte, pelo grande volume de preocupações na alma), fazem com que o homem, em Deus, possa desenvolver suas atividades sociais e políticas com maior resultado e expressão de influência comunitária com grande eficácia.

Essas três composições no interior e exterior do homem em Deus fazem com que o estabelecimento do Reino de Deus na Terra esteja em pleno crescimento e apontando para o retorno do Messias e o cumprimento da oração “…que venha a nós o Seu Reino…”.

Para tanto, é preciso observar que a formação de uma consciência política e do serviço público no povo, tendo os princípios da Palavra como base, é mais que necessária. Trazer essa visão do Reino para o âmbito político, para a gestão pública, é renunciar aos interesses pessoais e atitudes isoladas, tendo os compromissos das ações políticas, como sendo parte das principais prioridades de agenda. É preciso gerar a conscientização plena de que essa é a vontade de Deus para que o Seu povo exerça a política e assuma funções públicas segundo as afirmações e conselhos da Sua Palavra.

Sendo assim, a transformação do homem na sociedade está diretamente ligada aos atos divinos do Senhor que Se utiliza dos movimentos político-humanos desde o Seu nascedouro até o pleno estabelecimento de uma sociedade justa, de uma Nação mergulhada nos princípios da Palavra.

O cumprimento desses princípios gera pessoas salvas, famílias curadas, ruas tranquilas, bairros organizados, zonas geográficas ordenadas e uma sociedade restaurada, onde os seus governantes se movem por um caráter moldado, fruto de uma política e de uma gestão pública por princípios espirituais. “Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme.” (Provérbios 29:2)

 

 

A visão profética de um Governo Justo

A visão profética de um Governo Justo

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Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra.” (II Samuel 23:3,4)

O salmista Davi, em suas últimas palavras, tem os seus olhos abertos profeticamente e visualiza na direção dos governos da terra um Justo que governará com Justiça sobre os homens. É correto afirmarmos que ele estava visualizando o governo do Messias e do Justo, Jesus de Nazaré, que reinaria pelos princípios do Reino de Deus na Terra e moldaria nos homens, pela Sua palavra e pelo Seu Espírito, o caráter do Reino.

No texto acima, vemos dois aspectos importantes como consequência da implantação desse Reino.

  1. Será como sol, como a manhã resplandecente

Isso significa um governo de céus abertos, cujos ares espirituais fluem os propósitos divinos para a Terra. São céus limpos sobre a cabeça do povo, trazendo o fluir da vida de Deus livremente. Quem não gostaria de uma liderança assim para sua vida, família, cidade e nação? Acredito que todos queremos, e se trata de um apelo coletivo: um justo no governo.

  1. A produção do fruto da terra

Um segundo significado aponta para a resposta da terra por conta da bênção de Deus quando um justo governa. A terra produz o seu fruto com qualidade por conta do Céu ter visitado a Terra.

Trata-se de uma figura utilizada pelo salmista que aponta para o fato de que há um fluir de bênção como decorrência de um sistema de governo sonhado, idealizado pelo próprio Deus. Quando tivermos um justo, um aliançado com Deus no domínio de uma cidade ou de uma nação, haverá uma movimentação favorável da natureza por essa terra e esse governante.

  1. O desafio de fazermos dessa visão uma realidade pessoal em nossos dias

A aliança é a maneira que Deus escolheu para Se relacionar com a humanidade. Os aliançados com Deus são herdeiros das Suas promessas. Daí o desafio de fazermos com que nossa casa esteja assim: Debaixo de um governo, de uma liderança justa.

Temos, então, o desafio de trabalharmos o nosso caráter. Promovermos um alinhamento mental, ideológico e espiritual na direção do sonho divino de um justo no governo. As consequências são as melhores possíveis, descritas na visão profética do salmista e que chegará até nós se fizermos disso uma realidade em nossa nação.

O que fazermos? A resposta, encontraremos nos atos de Deus. Assim como Deus Pai trouxe Jesus pela união da Palavra mais a ação do Espírito Santo em uma vida disponível, esse mesmo ato divino virá sobre nós. “(…) Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus. (…) Disse então Maria: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra. E o anjo ausentou-se dela.” (Lucas 1:28-38)

Assim como Maria concebeu a vontade divina e gerou o favor de Deus para os homens, assim também devemos conceber o sonho divino de vermos um Justo que governe com justiça sobre os homens e no temor do Senhor. Dessa forma, certamente teremos um Brasil melhor.