Tragédia em Goiânia. Que tipo de sociedade queremos?

Tragédia em Goiânia. Que tipo de sociedade queremos?

Tragédia em Goiânia. Pais enterram seus filhos que foram mortos pelo colega de sala. Outros adolescentes permanecem internados, uma vítima em estado grave. E o adolescente que fez os disparos, será internado em uma instituição para menores infratores.

A discussão não pode ser simplesmente em torno da família, dos pais, mas da grande pergunta que insisto na minha vida pública, política, enquanto parlamentar e líder cristão: Que tipo de sociedade queremos? O que estamos forjando na base da sociedade que são as famílias? Nas famílias, temos hoje a base, os pais, e também a sucessão, a geração futura, que são os filhos.

Por que um adolescente pega uma arma e atira em outros? O caso traz o contexto do bullying, mas quero abordar aqui outra realidade e peço que você deixe nos comentários a sua opinião.

Hoje, há inúmeros games que só servem para atirar em pessoas, embora bonecos, mas são ensaios psicológicos. Aquilo que é praticado como ensaio, se internaliza e se tornará uma realidade para fora na práxis. E alguns jogos têm uma configuração tão real, que nem parecem mais jogos…

Além disso, temos filmes, novelas e seriados com muita violência também. Há quem pense nessa “arte” e na ideia de que estão apenas retratando uma realidade, mas, sinceramente, estão mais estimulando e projetando que retratando, porque validam. Eu sei que tem muito mais gente abraçando que atirando, mas o destaque e o valor têm sido dados mais aos tiros. Vende-se mais tiro e não se multiplica a imagem do abraço.

Penso que isso é educação natural, que são os processos, as repetições e as fixações desses processos que se tornam aprendizagens. Quem pensa que educação é apenas formalizada pelos conteúdos programáticos de uma escola, pelo plano de aula que será didaticamente exposto em uma sala, está enganado. Primeiro princípio da educação está nos relacionamentos, nesses comportamentos repetitivos. E temos uma sociedade assim, que gira em torno da indústria cinematográfica, dos games de violência e da arma. Essa sociedade está entrando dentro das casas e conseguindo sabotar os pais, independente de classe social, pois a realidade se inseriu em famílias de diversos contextos.

Nós lamentamos profundamente o fato. Meu coração se dilacera ao imaginar a dor desses pais que naquele dia enviaram seus filhos para a escola e, na saída, não os receberam de volta…  Ao imaginá-los voltando para casa e encontrando um vazio… É uma dor sem nome, que somente Deus pode trazer consolo.

Eu me solidarizo e entendo que não é o momento de julgar, mas não posso perder o calor da mensagem para falar da responsabilidade do poder público, para que haja reflexão, arrependimento, reavaliação e planejamento para pensarmos que sociedade queremos hoje e amanhã, olhando para as coisas que vão ficar no passado, mas não podem ficar no esquecimento.

Vamos aprender com tudo isso que aconteceu não apenas no Brasil, tido como país tão solidário, amigo, amoroso, mas que está se tornando tão violento quanto países em guerra. Temos vivido uma guerra urbana e isso tem sido citado apenas comercialmente, torna-se matéria comercial de telejornalismo ou sites de notícias, mas não está sendo instrumento de reflexão nem há sinais de que a educação esteja pensando em algo sobre esse tema.

Nós nos unimos ao coração dos pais, dos alunos, da escola, pois a tragédia bateu à porta de todos, dos educadores, da família brasileira. E que possamos aprender nesse momento, quando o silêncio do luto nos faz calar a voz exterior, mas não pode calar a voz interior da análise e da capacidade de tomar o fato como mola propulsora para uma resposta. Depois do luto, é preciso falar e agir. E que a palavra da boca e a ação que vem do coração sejam na direção do melhor para a sociedade.

Acredito que isso faz parte de um ataque espiritual sincronizado que está contra as famílias no nosso país hoje. Conclamo os líderes políticos, religiosos, a pensarmos e construirmos juntos uma sociedade melhor.

Que Deus tenha misericórdia de nós e abençoe nossas famílias.

Marcel Alexandre homenageia os médicos e apela por melhores condições na Saúde

Marcel Alexandre homenageia os médicos e apela por melhores condições na Saúde

O Dia do Médico foi lembrado pelo vereador Marcel Alexandre (PMDB), na tribuna da Câmara Municipal de Manaus, durante o Pequeno Expediente desta quarta-feira (18). O parlamentar reconheceu que o dia é de homenagem, mas existe muito mais a apelar do que celebrar.

Em seu discurso, Marcel perguntou: “Quem imaginaria que a classe dos médicos se tornaria tão sofredora quanto a dos professores? Que a Saúde entraria no mesmo nível de descaso da Segurança?”.

O vereador lembrou que o apelo por melhores condições tanto de trabalho quanto de atendimento não é apenas para os médicos, mas também para a população: “Temos mesmo que apelar, e não somente em nome da classe médica, mas da própria população, que sofre, enfrenta fila e não sabe se conseguirá respostas em procurar o médico, porque a sequência necessária de exames e tratamentos está realmente precária”, disse.

O parlamentar apelou ao governador do estado, Amazonino Mendes. “Apelo a favor da Saúde, de melhores condições de trabalho e do atendimento ao povo sem filas. Aproveito a data para fazer um apelo ao poder público, que repense a situação da Saúde. Espero que Deus abençoe o governador Amazonino Mendes, para que ele estabeleça a marca na Saúde como estabeleceu na educação, com a UEA. Que ele possa remover a triste marca que o governo Melo deixou, com crise e insegurança, uma nuvem que perdura até hoje no Amazonas”, disse.

Marcel Alexandre honrou toda a classe médica pela profissão escolhida e pediu a bênção de Deus a favor de todos. “Que Deus traga luz, abençoe os médicos e traga direção aos gestores para que tanto os médicos quanto a população sejam respeitados. Que o povo possa usufruir da Saúde que precisa, merece e paga imposto para isso”, finalizou.

Marcel Alexandre agradece a CMM prêmio recebido em Jerusalém

Marcel Alexandre agradece a CMM prêmio recebido em Jerusalém

Durante o Pequeno Expediente desta segunda-feira (16), o vereador Marcel Alexandre (PMDB), agradeceu à Câmara Municipal de Manaus (CMM) pelo prêmio que recebeu em Jerusalém, honrando a lei de sua autoria que declara Manaus-Jerusalém cidades-irmãs.

A convite da Embaixada Cristã Internacional de Jerusalém (ICEJ), o parlamentar esteve em Israel para participar da celebração da Festa dos Tabernáculos e receber o prêmio que reconhece ações da sua vida pública.

“A Lei 273, de 06 de abril de 2011, de minha autoria, que estabeleceu Manaus e Jerusalém cidades-irmãs recebeu reconhecimento em Israel e, por isso, trago o prêmio para mostrar a todos, porque me sinto no dever de honrar esta Casa. Foi esta Casa que votou a lei e, por isso, merece ser honrada”, disse.

Marcel Alexandre explicou que a ICEJ considera que toda ação que possa melhorar o relacionamento no Oriente Médio, uma questão mundial relacionada à paz, é algo a ser celebrado. “O Brasil tem dado sua contribuição através das suas instituições. Neste período da Festa dos Tabernáculos, mais de 2 mil brasileiros estavam lá apoiando Israel e dizendo que contribuem para a paz”, informou.

Finalizando o discurso, o parlamentar saudou o vereador Isaac Tayah, trazendo um abraço especial ao colega, e desejando paz a todos.

Dia das Crianças | Dia do Professor Duas comemorações e um só clamor: Deus, salve nossas crianças!

Dia das Crianças | Dia do Professor Duas comemorações e um só clamor: Deus, salve nossas crianças!

Esta foi uma semana em que comemoramos o Dia das Crianças (12), e hoje (15), o Dia do Professor, o profissional que tem em suas mãos uma missão extraordinária: ensinar, trilhar com seus alunos a jornada do conhecimento e da construção do saber. Uma verdadeira arte!

Nos últimos dias, porém, parece que temos visto um ataque sincronizado do mal contra as crianças, contra aquilo que deveria ser tão brisa e tão tranquilo como a arte, e se tornou um instrumento de ferir as crianças, de induzir à pedofilia por mãos do próprio ser humano, de pessoas desconectadas com a pureza, com a vida, com o genuíno. Tudo se tornou tão perverso e pervertido que choca.

 

A exposição do Queermuseu, seguida da apresentação no MAM de um homem nu, onde uma criança é incentivada a tocá-lo, e agora da exposição em Belo Horizonte no Palácio das Artes, tem causado revolta na sociedade por permitirem a presença de crianças. Eles se valem do fato que as exposições indicam a maioridade para 18 anos e que as crianças estavam na presença do responsável.

 

Ora, esse relativismo jurídico, que diz que o responsável pode levar uma criança para uma exposição que mostra abertamente pedofilia, zoofilia, sexo grupal, mas diz que os pais não podem dar uma palmada em seus filhos, é uma vergonha! O que vemos é uma ideologia dando e retirando a autonomia da família quando bem lhes parece favorável, com o único objetivo de destruir o princípio familiar, o papel do pai, da mãe e dos filhos.

 

O teólogo polonês Dietrich Bonhoeffer disse: “O teste de moralidade de uma sociedade é o que ela faz com suas crianças.”. O que esperamos, então, da nossa sociedade, se continuarem a expor nossas crianças a esse nível de imoralidade e lixo, em nome da arte, da cultura e da educação? Aqui fica um alerta: Pais, saibam o objetivo das excursões e visitas programadas pelas escolas dos seus filhos.

 

Paralelo a tudo isso, um homem cheio de ódio se torna instrumento suficiente de ferida e atenta contra as crianças e funcionários de uma creche em Janaúba/MG. Para muito além desses que são instrumentos de ferir, encontramos Helley Abreu, um ser humano incrível, uma professora que, na sua garra, luta, sobriedade e altruísmo, deixa uma tenra mensagem, não pela maneira como morreu, mas pela maneira como deu a vida. De forma singular, podemos reacender a esperança num ser humano limpo, amoroso e que pode, como Jesus, sacrificar a vida pelos outros.

Nós nos unimos à dor da família dessa professora, educadora, servidora, que molda a vida na maneira correta e diferente, de salvar o próximo, de suavizar as consequências do ataque do mal, dando a própria vida e sacrificando o direito da sua família de tê-la para trazer paz e tranquilidade à vida de outras famílias, de outras tantas crianças que ela salvou.

Que fique o exemplo, a marca do ser humano que nós necessitamos hoje, que nos desafia o raciocínio, a lógica. De que forma? Se não houvesse seres humanos a ferir, não haveria a necessidade de outros ferindo-se e morrendo para salvar, para suavizar, para aliviar a dor de tantos.

Que Deus tenha misericórdia da humanidade e traga consolo sobre todos.

Que Deus tenha misericórdia das nossas crianças!

Que Deus salve o Brasil!

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Israel 2017 | Celebrar a Festa dos Tabernáculos em Israel este ano foi, além do cumprimento de uma chamada profética, tempo de colocar diante do Deus Eterno as famílias, a Igreja, a nossa amada nação, Brasil e a vida de centenas de pessoas que enviaram seus pedidos de oração.

 

No último dia da Convenção Internacional Tabernáculos Yerushalaim, CITY, o Apóstolo Renê Terra Nova entregou o Troféu CITY a diversas pessoas que têm se destacado no trabalho em favor de Israel. Tive a honra de ser um deles, reconhecido como líder cristão e político pela Lei 273/2011, de minha autoria, que declara irmãs as cidades de Manaus e Jerusalém. O objetivo da Lei é firmar acordos, programas de ação, convênios e outros programas de cooperação técnica, assim como promover o intercâmbio aos programas científicos, sociais, ambientais, culturais, esportivos e comerciais.